quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quando se fala do PS, temos que saber do que falamos



(depois disto... e, quando ouvir alguém na TV chamar ao PS o maior partido da oposição, não caia da cadeira, segure-se e nas próximas eleições faça o que é preciso ser feito.)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Remodelação

Segundo notícias na comunicação social, parece que o (des)governo está esta terça-feira  a preparar uma remodelação em vários Ministérios.
O meu vizinho do 5º. Esq. comentou-me há pouco esta notícia da seguinte forma: "tiros de pólvora seca para confundir o Zé". Parece-me que ele tem razão.
Só com a luta organizada do povo, eles (todos) irão encontrar a porta da rua.

Parece que sim!..


Em dia de reunião da Comissão Política Nacional do PS fica por antecipação tudo esclarecido e resolvido à maneira do (nim): António Costa avança para o PS e para Lisboa.



Mais uma trapalhada, será?!

"Estava tudo a postos para ter entrado em vigor na mesma altura que o Orçamento do Estado para 2013, ou seja, no final do ano passado. Mas a lei que estabelece metade do pagamento do subsídio de férias e de Natal em 12 meses acabou por só ser publicada ontem, pelo que um dos seus pontos entra em contradição com o próprio clausulado aprovado pelo parlamento. A solução está agora numa declaração de rectificação por parte da Assembleia, o que nem sequer é caso único: no Código de Trabalho aprovado em Fevereiro de 2009 o parlamento teve de publicar uma declaração rectificativa a 18 de Março devido a inúmeras inexactidões, sobretudo no capítulo referente à Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho."
 
Notícia completa aqui.
 
Comentário: Quando o (des)governo encomenda (pagando sabe-se lá a que preço!) uma lei para lixar os portugueses. Quando os partidos na AR que  apoiam  o dito  aprovam essa lei com grande entusiasmo e satisfação e o Sr. Cavaco a manda promulgar, sem que, se verifique a aplicabilicadade da mesma, está tudo dito em relação ao país e à situação económica que por cá vamos tendo com estes cavalheiros nos centros de decisão.
 
É, de facto, este um país de mandantes das trapalhadas com o sentido de prejudicar sempre os mesmos.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O falso dilema de Vitor Gaspar


"O dilema de Vítor Gaspar, repetido por ele e por todo o governo, e papagueado nos media pelos seus defensores, de " Menos saúde, educação, e segurança social, ou mais impostos ", tem a mesmo credibilidade que as previsões do governo e da "troika" que sempre falham, ou seja, não tem fundamento real nem credibilidade técnica. É mais uma mentira ideológica que tem como objectivo a manipulação da opinião pública para o governo e o FMI poderem mais facilmente destruir os sistemas públicos de educação, saúde e segurança sociais fundamentais para os portugueses, pois a sustentabilidade financeira das funções sociais do Estado não depende apenas da sua dimensão como pretendem fazer crer, mas fundamentalmente de outros factores como vamos mostrar." 

Estudo de  Eugénio Rosa, para ler aqui.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Sendo sábado, temos música (155)




De Amor e de Paz


Quem anda atrás de amor e paz
Não anda bem
Porque na vida, quem quer paz
Amor não tem
Seja o que for, sou mais o amor
Com paz ou sem
Sei que é demais querer-se paz
E amor também

Já que se tem que sofrer
Seja dor só de amor
Já que se tem de morrer
Seja mais por amor
Vou sempre amar
Não vou levar a vida em vão
Nem hei de ver, envelhecer meu coração
Eu hei de ter ao invés de paz inquietação
Houvesse paz, não haveria esta canção

Já que se tem que sofrer
Seja dor só de amor
Já que se tem que morrer
Seja mais por amor
Vou sempre amar
Não vou levar a vida toda em vão
Nem hei de ver, envelhecer meu coração
Eu hei de ter ao invés de paz inquietação
Houvesse paz, não haveria esta canção

Bom sábado, boas notícias e boa música.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Mais uma guerra imperialista

 
Por Ângelo Alves, no Jornal «Avante!»

O Mali está a ser alvo de uma intervenção militar estrangeira imperialista. A França, a sua aviação e legião estrangeira são a face mais visível de uma intervenção que envolve várias outras potências da NATO – como a Alemanha e os EUA. A guerra é apresentada como uma «ajuda» às autoridades do Mali para combater organizações que espalham o terror e impõem a Sharia no Norte do Mali, ou seja mais uma «guerra contra o terrorismo». Nada mais longe da verdade.
 
É um facto inegável que várias organizações radicais islâmicas, com ligações que vão desde a CIA até às monarquias do Golfo, passando por serviços secretos de países africanos, actuam desde há muito no Norte do Mali, tirando partido dos movimentos independentistas protagonizados por movimentos Tuareg, originalmente laicos e seculares, cuja expressão política e militar mais recente é o MNLA – Movimento de Libertação do Nacional de Azwad (a região Norte do Mali), e que mais recentemente se «converteu» ao islamismo, se aliou às suas organizações e por elas foi esmagado. Mas é também inegável, e já comprovado, que aqueles que são hoje considerados terroristas no Mali, são os mesmos que foram «rebeldes libertadores» e aliados da França na guerra de agressão à Líbia e que são considerados a «oposição democrática» na Síria.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Desta vez não se trata de mais um reforço para a equipa

Esperam muitos sócios e amigos do clube que daqui, saia uma solução que não seja apenas a tentativa de substituir "uns" pelos "outros"... 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Jean-Luc Mélenchon: A intervenção francesa no Mali

"Qual das guerras ditas necessárias, das muitas em curso hoje pelo mundo, apresentadas como urgentes, indispensáveis, resolveram, até hoje, os problemas que se propunham a resolver?"
Entrevista publicada na Revista Fórum, para seguir aqui.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Verdades que importa repetir

"É caso para dizer que se trata de uma obsessão doentia. Este Governo está fora da Lei e comporta-se como tal, estando a ultrapassar os limites do funcionamento das regras democráticas, pois quando o primeiro-ministro anuncia publicamente que se esta reforma não for a bem, vai a mal, então não quer compromissos, não quer discutir, nem quer consensos", declarou o líder da CGTP.  (Aqui)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Admite-se?!


Por Vasco Cardoso, no Jornal «Avante!»

O Expresso está a assinalar 40 anos da sua existência com um conjunto de iniciativas que são reveladoras do papel, e até certo ponto, do poder do jornal de Balsemão. Edições especiais, conferências, exposições, concertos e um ciclo de entrevistas onde pontificam alguns dos principais responsáveis políticos pela situação a que o País chegou – Cavaco foi o primeiro num verdadeiro exercício «tira-nódoas» e branqueador da sua imagem – e os principais rostos do grande capital, financiadores do jornal e primeiros beneficiários do papel que este assumiu ao longo de décadas. O Expresso, pela sua origem, propriedade e influência (incluindo também a estação de televisão SIC pertencente ao mesmo grupo), pelo seu papel nas relações de poder, foi e é o principal jornal da contra-revolução e da política de direita que a orienta. A entrevista desta semana coube a Alexandre Soares dos Santos – ASS, presidente do Grupo Jerónimo Martins e, ao que se diz, um dos homens mais ricos do País. Com a habitual arrogância de quem se julga dono de Portugal, animado por um governo, uma política e um ambiente favoráveis, ASS, falando para um jornal que também poderia ser seu, sentiu-se à vontade para tecer as suas sentenças, digamos, para mandar as suas bujardas. «Tenho um pacemaker colocado pelo Estado que não me custou nada. Não admito isso» disse a criatura. Percebe-se! ASS, mudou a sede da sua SGPS para a Holanda e tem a sua fortuna em off-shores para não pagar impostos em Portugal. O seu pacemaker foi pago pelo esforço de milhões de portugueses, incluindo das dezenas de milhares de trabalhadores do grupo Jerónimo Martins que, apesar dos seus magros salários e da espoliação de direitos a que têm sido sujeitos (incluindo a provocação de irem trabalhar no 1.º de Maio), pagam os seus impostos que não só financiam o SNS como tapam os buracos deixados pelos favores fiscais e outros apoios dados a senhores como este. ASS está também a abrir dezenas de clínicas privadas nas suas lojas, negócio que, para crescer, precisa que se destrua o SNS, o seu carácter universal e tendencialmente gratuito. No fundo, ASS, tem saudades do ano em que o Expresso nasceu. O povo português é que jamais admitirá isso!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Quando ter e não ter duvidas é = 0


" Cavaco promulga mapa de freguesias, mas alerta para riscos nas autárquicas"

Hoje, o Sr. Silva,  deu mais um passo no sentido desta  pasmaceira lodosa ,contra a vontade do povo que tudo vai aceitando, mas onde muitos vão comendo diariamente o pão que o diabo amassou.

Em tempos idos, o Sr. Silva nunca se enganava nem tinha duvidas, agora diz te-las mas não lhes passa cartão. Vai-se entretendo a chutar as ditas para canto, e, os outros que resolvam aquilo que seria sua obrigação  no sentido estrito das funções que a Constituição lhe faculta.

Enfim! Não temos o que merecemos, mas temos aquilo que muitos -teimosamente- andam a escolher, vai para trinta e muitos anos. 

Agora, desculpem lá, vou ali lavar as mãos e tomar o xanax; amanhã espero poder estar de volta.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Há mais portugueses a receber menos de 300 euros

"De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), há já mais de 155 mil pessoas nesta situação, mais 6.500 face a 2011, e mais de um terço dos portugueses ganha menos de 600 euros mensais".  (Aqui)
 
-Estamos num País onde tudo é possível no conceito neoliberal deste desgoverno e onde os mais francos (os trabalhadores em geral, os pensionistas, os reformados e os mais pobres), são tratados como sendo eles os responsáveis pela actual situação económica que se vive. Logo, terão que ser castigados e não merecedores de qualquer protecção por parte do Estado.
Tudo isto é uma vergonha! Temos que acabar rápidamente com este desgoverno antes que ele acabe connosco. 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Sendo sábado, temos música (154)





E com um búzio nos olhos claros
Vinham do cais, da outra margem
Vinham do campo e da cidade
Qual a canção? Qual a viagem?

Vinham p'rá escola. Que desejavam?
De face suja, iluminada?
Traziam sonhos e pesadelos.
Eram a noite e a madrugada.

Vinham sozinhos com o seu destino.
Ali chegavam. Ali estavam.
Eram já velhos? Eram meninos?
Vinham p'rá escola. O que esperavam?

Vinham de longe. Vinham sozinhos.
Lá da planície. Lá da cidade.
Das casas pobres. Dos bairros tristes.
Vinham p'rá escola: a novidade.

E com uma estrela na mão direita
E os olhos grandes e voz macia
Ali chegaram para aprender
O sonho a vida a poesia.

Bom sábado, boas notícias e boa música.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A mentira

"A mentira está a ser utilizada cada vez mais por este governo para enganar e manipular a opinião pública. Vem isto a propósito da campanha feita pelo governo e pelos seus defensores nos media de que, em 2013, as pensões mínimas foram atualizadas. Vários jornalistas por falta de rigor participaram também nessa campanha de manipulação da opinião pública pois ”esqueceram-se” de informar que os aumentos irrisórios abrangiam algumas, mas não todas as pensões mínimas. Uma análise rigorosa revela que a politica violenta de austeridade desigual do governo e da "troika" está atingir também os reformados e aposentados com pensões mais baixas e que o aumento das pensões mínimas tão propagandeado pelo ministro do CDS, Mota Soares, é um embuste para enganar a opinião pública. O quadro 1, com os valores das pensões mínimas constantes das Portarias 1458/2009, 320-B/2011 e 432-A/2012, mostra que a maioria das pensões mínimas (pensões entre 254€ e 404€) não tiveram qualquer aumento desde 2010, e que as pensões que tiveram um aumento entre 4 e 9 cêntimos por dia em 2013 são em numero reduzido quando comparamos com o total dos pensionistas, e mesmo com os que recebem pensões mínimas. "
Por Eugénio Rosa
 
Estudo completo aqui.

“Se o Estado não é social, não serve para nada”

“É totalmente inoportuno que seja o FMI a apontar um novo programa de austeridade para Portugal. Já sabíamos que o país tinha perdido a sua soberania, mas ainda somos uma nação”, sublinha o padre Lino Maia. (Aqui)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Maldito neoliberalismo...

"A pedido do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, o Fundo Monetário Internacional (FMI) levou a cabo um relatório onde traça as principais linhas pelas quais devem passar a tesoura pública por forma a cortar os 4 mil milhões de euros nas funções sociais do Estado. E as recomendações dificilmente poderiam ser mais dolorosas para os bolsos nacionais. É o próprio FMI a reconhecer o radicalismo das medidas que propõe. Conheça o mapa de cortes, avançado esta quarta-feira pelo Jornal de Negócios."
(Aqui)
 
-Só  a LUTA os poderá parar. Digo eu! 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Orgulhosamente só

Por Jorge Cordeiro, no Jornal «Avante!»

Entre o patético e o desprezível, a mensagem de Natal de Passos Coelho revela-se inquietantemente inspirada no pior que o País durante décadas conheceu. O elogio aos sacrifícios e o orgulho de que os portugueses deveriam ser credores perante as dificuldades, é da mesmíssima família do enaltecimento da pobreza, do engrandecimento da miséria ou do elogio à emigração forçada que durante anos Salazar e Caetano cultivaram no País.
 
Percebe-se que Passos Coelho se sinta orgulhoso perante os sucessos que registará no desempenho que o grande capital lhe reservou. Como orgulhosos dele estarão todos aqueles que lhe atribuíram a tarefa de liquidar direitos, roubar os rendimentos de milhões de portugueses, assegurar um programa de exploração e empobrecimento dos trabalhadores, conduzir Portugal ao declínio e ao retrocesso social. Imenso e indisfarçável é o orgulho dos círculos dominantes do capital transnacional e dos «mercados» perante a solícita colaboração do Governo na execução de um pacto de agressão que é o suporte do processo de saque dos recursos económicos e financeiros do País; imenso e indisfarçável é o orgulho do directório das potências perante a política de traição e capitulação dos interesses nacionais que o actual Governo é garante; orgulhosos estarão a banca e os grupos económicos perante a inegável eficiência com que vêem drenados para os seus cofres milhares de milhões de euros e assegurados níveis de lucros que são um insulto; orgulhoso estará, porventura, ainda o Presidente da República perante tão eficaz empreendedorismo. Poder-se-ia dizer, olhando para o país real – os que nele vivem dos seus salários e rendimentos de trabalho, das suas pensões de reforma, da sua actividade empresarial – que Passos Coelho, o seu Governo e a política de direita a que dá corpo estão de facto orgulhosamente sós. Sós, mas perigosamente obstinados, pela certeza de que dão conta de que sendo já passado, em acelerar a sua obra de destruição do País e dos portugueses. Cabe aos trabalhadores e ao povo pôr fim sem demoras ao desastre.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Com janeiras e bolos...

"Os trabalhadores e pensionistas portugueses terão de suportar em 2013 a carga fiscal mais pesada, comparativamente aos cinco países mais ricos da Europa, sendo que os pensionistas serão os mais prejudicados, avança a edição desta segunda-feira do Diário Económico." (Aqui)

-Se ouvir alguém dizer que "já se vê uma luz ao fundo do túnel", você duvide porque só o Pedro , a Laura e os seus amigos do Facebook conseguem "ver" o que não existe.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Sendo sábado, temos música (153)






O alentejo é uma terra
Cheia de moças airosas
Pr'a passear à tardinha
Alentejanas e amorosas

O alentejo é uma cantiga
Com quadras das mais formosas
Cantemos à desgarrada
Alentejanas e amorosas

O alentejo é um jardim
Plantado de flores vistosas
Do malmequer ao jasmim
Alentejanas e amorosas

O alentejo é uma tristeza
Suas canções dolorosas
Pr'a cantar á despedida
Alentejanas e amorosas

O alentejo é um encanto
Uma braçada de rosas
Vou bailar com meus amores
Alentejanas e amorosas

As cantigas e as mulheres
É bom que sejam mimosas
Pr'a ficarem no sentido
Alentejanas e amorosas

Bom sábado, boas notícias e boa música.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O chutar para canto...




Parece que o Presidente Cavaco teve dúvidas quanto ao OE estar de acordo com a Constituição da República e, chutando para canto, vai envia-lo para o Tribunal Constitucional afim deste órgão verificar  a constitucionalidade de algumas medidas.

Hoje no café alguém perguntava: mas o Cavaco não jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição quando tomou posse?!Então se ele tem dúvidas porque assina o documento…? Uma outra pessoa que estava na mesa ao lado respondeu: Jurou, mas como o bom senso e o rigor na magistratura mais activa são conversa fiada fica tudo na mesma. Ou seja; este Presidente apenas serve para aumentar as despesas do Orçamento, porque de regulador ele não tem nada. Vai a umas festarolas, diz ou escreve no facebook umas coisas de consenso geral em relação ao desgoverno, mas no momento em que devia ser consequente com o que disse e escreveu  fica-se pela assinatura do que lhe metem na mão. E, depois, em jeito de quem foi “violentado”, vem dizer que no futuro as coisas terão que ser de forma diferente.

Hoje, como aqueles amigos do café, já muitos outros portugueses começam a dizer que não é deste Presidente que o País precisa para se endireitar.