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terça-feira, 14 de maio de 2013

Até o tempo...

"O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê para os próximos dias uma alteração do estado do tempo, com uma descida acentuada da temperatura máxima a partir desta terça-feira, entre os 6 e os 8 graus Celsius".
(Aqui)
...parece apostar na nossa depressão. Já não bastava andarem as troikas todos os dias a empurrar-nos para o sofrimento, roubando-nos os vencimentos, os postos de trabalho e as reformas, aparece agora também o tempo a querer roubar-nos a única coisa que nos vai aconchegando... O Sol.   
Haja coragem, vontade e determinação de todos para a parte que é da responsabilidade do homem (politica neoliberal), seja banida da nossa sociedade. O Sol, esse, mesmo que fique encoberto durante algum tempo ficaremos certamente todos muito mais felizes.  

quinta-feira, 7 de março de 2013

Juntaram-se os dois à esquina...

...a tocar a concertina da troika e a dançar o sol-e-dó da austeridade.
Estou a falar do Sr. Presidente da República e do Sr. primeiro-ministro deste país. E por quê ? Perguntam vocês. O primeiro porque se diz preocupado com as dificuldades do povo perante tamanhos "roubos" (digo eu), que lhe estão a fazer diariamente, mas, assina por baixo tudo o que neste aspecto o desgoverno lhe mete nas mãos. O segundo, por que conforme se verifica no seu comportamento político, gosta mais  da  Merkel, dos banqueiros e dos capitalistas do que do povo e do país a que diz pertencer.
Conclusão: "São ambos músicos da mesma orquestra a tocar a mesma música, um, num tom mais grave e o outro no tom mais agudo".

Por isso, este tempo é o tempo de reforçar todas as lutas e exigir novas políticas que nos permita sair do buraco sem fundo onde nos estão a meter.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Sobe a pressão na panela do desgoverno


O ministro das Finanças foi duramente criticado ontem à noite numa reunião com militantes do PSD em Lisboa.
O PS foi "desastroso" mas "a situação é completamente ridícula", disse-lhe um militante, que se identificou como Miguel Couto. "A nossa dívida já vai em 125% do PIB e há um milhão e meio de pessoas sem trabalho", disse, considerando que Portugal está num "abismo".
(Aqui)

Comentário:
Os problemas colocados aos portugueses e ao país por esta gente (PSD/CDS/PS), incompetente e sem pingo de justiça social, só serão resolvidos  no futuro, com um Governo e uma política de esquerda.  
Depois de tantos anos de politicas de direita a desgovernar o país, sendo sempre cada ano pior que o anterior, torna-se necessário e urgente arrepiar caminho; dizer basta e lutar por uma política patriótica e de esquerda. Vamos a isso! 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

As pessoas estão cansadas de ler que o país está no bom caminho quando, no seu dia-a-dia, o que virificam é exactamente o contrário.

"As vendas dos jornais caíram acentuadamente na última década com os desportivos e semanários na liderança a registar perdas de 42% e 39% respectivamente, tendo os jornais económicos sido os únicos a escapar a esta crise do papel".


(Aqui)

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Capas de Jornais (49)


"Há 10 385 alunos com carências alimentares, revelou ontem o secretário de Estado Casanova no parlamento. Metade destas crianças toma o pequeno-almoço na escola"
 
  
- Para Isabel Jonet isto não significa miséria logo há que continuar a empobrecer os portugueses (digo eu!), para o seu Banco Alimentar continuar com muito trabalho, muito sucesso, e, num futuro próximo, a referida senhora candidatar-se a uma medalha do ministro da "lambreta por um dia". Também conhecido pelo ministro da caridadezinha e das cantinas sociais.

Não é este certamente  o país que os portugueses querem no futuro.

Não queremos uma sociedade de miséria, de fome, de cantinas sociais e de caridadezinha.
Os portugueses têm condições e direito a ter para os seus filhos e netos um futuro diferente, um futuro melhor. Vão lutar por ele com muita determinação e firmeza, como já o fizeram no passado, apeando este desgoverno e a suas políticas fascizantes do poder.
(E agora sim! CUSTE O QUE CUSTAR!!!)
 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A imagem...

 
Esta é a imagem que fica nas nossas cabeças quando abrimos as  carteiras, pensamos no futuro e ouvimos as noticias sobre o OE2013 ou os responsáveis políticos no Governo a falar sobre as suas opções para "resolver" os problemas do País.
Desenganem-se os que pensavam que com as  políticas pensadas e projectadas apenas no Excel, os tempos das barracas, da convivência com os ratos, da miséria e da fome, eram coisas do passado.
 
 
 

sexta-feira, 2 de março de 2012

Competência sem certificação

Parece que o mais competente, o mais rigoroso, o mais bem preparado o mais, mais e mais não sei quantos atributos os comentadores de serviço do Governo nos media  colaram ao Ministro das Finanças, apareceu agora em "pânico com quebra abrupta das receitas da Segurança Social e do IRS". Então este técnico refinado neo-liberal estava a contar com o quê?! Claro que com o desemprego a subir todos os dias, em consequência  das políticas de austeridade e com os baixos salários a serem uma prática corrente, os resultados não poderiam ser diferentes.
Vir dizer que não estava preparado para estes resultados, só pode significar incompetência e o caminho dos incopetentes terá que  ser urgentemente a porta da rua.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Crise. Em Portugal ninguém paga aos bombeiros



Muito embora andem as troikas a afirma sem corar que "está tudo a correr bem" e, o Dr. Cavaco a chorar lágrimas de crocodilo, o que nós verificamos diariamente é o contrário. O país está a ficar numa situação de paralisia económica derivado às políticas de austeridade que nos vão impondo segundo os critérios neoliberais do Governo e, a sociedade em geral a caminho da pobreza e da miséria.

O título acima, é de um trabalho de Rosa Ramos, publicado no jornal «i» que vale a pena ler.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Dívida portuguesa "é impagável" sem renegociação


O antigo líder do PCP Carlos Carvalhas defende que a dívida pública portuguesa "é impagável", e que mais tarde ou mais cedo terá de ser renegociada nos seus prazos e juros, e perdoada uma parte.

"Isto para mim é uma questão inevitável", afirmou dirigente do Comité Central do PCP, ao participar quinta-feira à noite em Coimbra num debate intitulado "Rejeitar o Pacto de Agressão/Lutar por um Portugal com Futuro".

No entendimento de Carlos Carvalhas, renegociar a dívida significa prazos maiores para o seu pagamento e diminuição nas taxas de juro

"E naturalmente uma parte [da dívida] que não será paga para sairmos desta situação, e apostarmos no crescimento económico. Sem crescimento económico não haverá solução, nem para o défice, nem para a dívida, nem para o nosso país" sustentou.

Para o dirigente comunista, com a política que tem vindo a ser seguida pelo Governo liderado por Passos Coelho "a economia portuguesa vai ficar um descalabro", sem expetativas de retoma.

"Podemos resolver o problema do défice, mas é pelo estrangulamento da atividade económica, da economia, do consumo. Quando quisermos dar um passo para recuperar, como não fizemos alterações estruturais do ponto de vista de desenvolvimento económico, o défice vai continuar, outra vez, a aumentar", considerou.

Entende que mesmo as privatizações de empresas "não resolvem o problema, antes o agravam".

Realçou que hoje, o "dinheiro que sai em lucros e dividendos para o exterior já é superior a tudo aquilo que entra da União Europeia, nos diversos fundos", e isso sem ter em conta "os lucros que sairão no futuro" através da REN [Redes Eléctricas Nacionais], da EDP, e de outras empresas que também passarão para o setor privado.

"É necessário alterar este rumo, e no plano da União Europeia era preciso um prazo muito maior para a redução do défice público", sustenta, lembrando que um diretor geral do Fundo Monetário Internacional já advertiu que "a redução do défice não deve ser feita em forma de sprint, mas de maratona".

Reportando-se ao combate ao défice, Carlos Carvalhas considerou que o Governo português "parece que é mais papista que o papa e acha que deve ser num sprint, e um sprint forçado".

Na sua perspetiva, o Governo "mete-se atrás desse biombo do pacto" com a Troika "para executar o seu programa neoliberal".

Hoje publicado no «DN/Lusa»

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A receita...

Cartoon de hoje no «JN»

...só pode ser, conforme afirma a CGTP-IN, a de avançar com o «kit da constestação»,à politica do Governo e aos objectivos do capital.

- Só com esse remédio (tomado com determinação), poderemos sair deste estado de "enfermidade" em que os sucessivos governos  vêm colocando os portugueses e o País. Digo eu!...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Segurança Social paga para mudar direcção

Segundo informa o «JN», o governo prepara-se para gastar 60 mil € com a substituição de um militante do PS por um outro do PSD na Direcção Distrital da Segurança Social de Aveiro. Justificação? É a do costume..., trata-se de arranjar tachos para os familiares ou portadores do cartão do Partido de quem está no Governo, aplicando a regra do "quero, posso e mando".

É urgente correr com esta cambada de incompetentes, mal formados e  serventuários do capitalismo que o único futuro que prometem para os portugueses é a miséria e  emigração, conforme têm vindo a anunciar ultimamente para os jovens e professores desempregados.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Economia vai ter o seu pior Natal


Assembleia da República
Boa disposição na discussão do Orçamento de Estado 2012


No Jornal «DN»


(como comentário, o meu vizinho do 5º. Esq. citou Saramago :"Há sempre um zarolho ou um esperto que nos governa"; e acrescentou ele que no momento por dois apoucados.)

domingo, 13 de novembro de 2011

A Europa dos mercados



Festejou-se nas ruas de Roma a saída de Berlusconi.

Mas estes acontecimentos (Grécia primeiro e agora Itália), são de todo um rude golpe na democracia Europeia porque são os mercados e a troika (FMI, BCE e UE), sem qualquer poder democrático sobre os respectivos povos, que estão a tirar e a substituir governos, ao mesmo tempo que  olham para os outros países que mais próximo estão destes na chamada crise, ameaçando fazer o mesmo.

A crise capitalista está ao rubro e a pergunta que se vai fazendo pela Europa é esta: Para quando a quebra das amarras que o capitalismo e os mercados colocaram aos povos europeus ? Para quando gritar BASTA, ou como dizia Lenine "Temos que varrer o velho e criar o novo".

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Capas de jornais (31)


"O drama de muitas famílias"

Arranjaram emprego, casaram, compraram casa e tiveram filhos. As taxas de juro subiram, veio o desemprego e o desespero dominou. Saída? Voltar à casa dos pais. Bairros sociais na Área Metropolitana no Porto são o reflexo do que se passa por todo o país. «JN»

São estas pessoas - com enormes dificuldades económicas e sociais- a quem os sucessivos governos foram roubando a dignidade de poder viver  e construir uma família, aquelas que o primeiro-ministro actual, entende, serem as que devem pagar  a crise criada pelas (desgovernações durante os últimos 35 anos ).
Portugal teve a comandar os seus destinos durante os anos acima referidos (será sempre bom lembrar os mais esquecidos), os senhores do PS, PSD e CDS, os mesmos que neste momento e em conjunto se apresentam na defesa da troika externa  "FMI-BCE-CE" que, pelas medidas propostas conduzirão o País para o abismo sem retorno.

O sentimento provocado nas populações em geral e sobretudo nas mais desfavorecidas, pelas políticas neoliberais do capitalismo desenfreado que, diariamente se vão instalando nos vários países, objectivando sacar os bens produzidos nas respectivas sociedades para os monopólios económicos e financeiros, é um sentimento de vergonha e revolta o qual pode conduzir ao descontrolo social.
É esse sentimento que temos que  alterar, continuando  na luta da defesa e construção diária dos valores de ABRIL para que o amanhã seja melhor para todos.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O Povo Não Aguenta Mais!

(Cartoon O ELIAS O SEM ABRIGO, do JN no dia 5-9-2011)



Com cerca de 14600 pessoas a perderem o subsídio de desemprego por mês,  a economia em recessão e  a não criação de postos de trabalho, o que pensará  o Governo fazer para resolver esta enorme crise social de miséria e fome que já se verifica na casa de muitos portugueses, uma vez que ontem, o sr. ministro Gaspar, em entrevista à Sic sobre estas matérias disse "NADA"  !!! Estará o Governo a pensar que estas pessoas vão ficar de braços cruzados em casa à espera que lhes saia a lotaria?!  Ou  pensará ele  que vão todos "arrumar" carros para os parques das suas cidades de boné  na mão à espera de umas moedas para alimentar a família?!. Ou, será que todos juntos resolvem sair à rua para lhe  dizer em foz alta  BASTA!.. Com tanta injustiça social é tempo de arrepiar caminho e mudar de políticas. O Povo não aguenta mais.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Capas de jornais (27)



Fica registado nesta capa de jornal, o verdadeiro "ADN" político deste Governo PSD/CDS com o título de "Aperto colossal".
Ou seja: Cuidados de saúde e ensino superior só para alguns; escolas fecham e os professores vão para o desemprego ( só agora são anunciados 35 mil); Função Pública até 2013, ficam com o mesmo salário e 10 mil por ano para a rua; a carga fiscal e a perda de regalias sociais, para quem trabalha, aumenta a uma velocidade nunca vista enquanto nas grandes fortunas e nos rendimento sem serem do trabalho, continuam intocáveis.

Ora aqui está como a direita entende ( ao arrepio das suas promessas eleitorais), mandar milhares de portugueses para a miséria com o argumento de resolver um problema que não foi criado pelo povo, mas sim, pelo sistema capitalista/financeiro que há anos governa o País e continua intocável nas políticas do Governo.

"Isto tem que levar uma volta!" Comentava alguém ontem na fila para a compra do passe social.




sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Encerramento de empresas sobe 23% no primeiro trimestre




...Desapareceram 1250 lojas de comércio, 720 imobiliárias e 423 restaurantes no primeiro trimestre deste ano. Estas empresas fazem parte do grupo de 5013 sociedades que encerraram em Portugal, entre Janeiro e Março, como consequência da crise económica e da simplificação dos processos de dissolução de sociedades. «Público»


Os números resultantes das políticas das troikas vão chegando diariamente para confirmar aquilo que muitos diziam:"com este Governo e as suas políticas de direita, caminhamos no sentido do caos e da miséria".

sábado, 13 de agosto de 2011

Octávio Teixeira considera descida da TSU "um disparate"



Octávio Teixeira comenta a alteração que poderá vir a ser aplicada à Taxa Social Única (TSU), ou seja, as contribuições patronais para a segurança social, mostrando-se claramente contra. O comentador do Conselho Superior da Antena 1 considera que a redução da TSU é um disparate porque não vai aumentar a competitividade das empresas.





...os senhores a as senhoras que andaram de comício em comício a dar beijos e abraços a Passos Coelho,convencidos que estava ali o melhor para eles, devem já nesta altura estar a pensar que, afinal, nada do que foi prometido se está a fazer e, que uma vez mais caíram no conto do vigário ao ouvirem/acreditando que (uma vez no poder o PSD), iria resolver o problema da dívida não pelo lado da receita mas pelo lado da despesa.
E o senhor Presidente?... Que estava nessa altura muito preocupado com a distribuição igualitária e o limite dos sacrifícios?
Foi de férias,  desapareceu de cena.
Resta ao Povo o que sempre restou, preparar-se para  lutar,obrigando este governo e os seus defensores a perceberem que os sacrifícios do Povo têm limites e esses já foram ultrapassados há muito.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Londres

A violência parece não acalmar em Londres e nos bairros da periferia.

A revolta social a que estamos a assistir, parece ter tido origem na morte de um jovem baleado pela polícia  em Tottenham, mas também pelo descontentamento social, provocado pelas medidas económicas que o Governo de David Cameron tem anunciado e posto em prática, com o argumente do controlo do déficite que, neste momento em Inglaterra se situa na ordem dos 10% do PIB.

Num altura em que o desemprego aumenta de uma forma descontrolada em toda a UE e ao mesmo tempo os governos vão cortando nas regalias sociais  - criando grandes dificuldades de subsistência em largos sectores das populações - mas permitindo que a distribuição da riqueza criada pelos trabalhadores não seja feita de forma justa mas que seja apenas praticamente o capital e ficar com ela, é natural que os conflitos sociais se venham a verificar e a acentuar de forma brutal, num futuro muito próximo.
O povo tem direito à indignação...

Depois de tudo isto, espero que os dirigentes da UE tirem as conclusões do momento difícil que a grande maioria dos europeus estão a passar, e, arrepiem caminho, pondo em prática políticas que  permitam à generalidade das pessoas viver melhor, ou seja: viver com dignidade.