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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

António Costa, o Benfica, o descaramento e que Deus nos guarde

Por José Vítor Malheiros no jornal Público

"O que Costa diz é que é aceitável não pagar impostos se se for rico, porque o Estado será benevolente."

Para ler aqui

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Conto-do-vigário



- Ou seja: o caldeirão do bloco central está em ebulição...  Tudo está perfeito!
Caminhar com as políticas que  nos trouxeram até hoje (com os resultados sociais, políticos e económicos conhecidos), apenas com caras diferentes.

Iremos ver se os portugueses vão uma vez mais no conto-do-vigário. 
Tenho para mim que não!

sábado, 19 de julho de 2014

Há muitos anos que percebi para que lado andas virado, oh Costa!



(...) A discussão sobre a política de alianças veio para ficar na campanha interna do PS e António Costa, depois de ter dito que era um sinal de "fraqueza" do PS abrir esse debate, explicou com mais detalhe, na Quadratura do Círculo, na SIC-Notícias, qual será a sua estratégia se vencer as primárias no PS. O candidato recusou uma aliança com Passos Coelho, mas não fechou a porta "a outro PSD".



quarta-feira, 11 de junho de 2014

Caladinhos, faladores & as coisas por aí

Por Baptista Bastos, no jornal «negócios»
Passos Coelho, que gosta de dizer coisas sem demonstrar grande preocupação com a verdade, afirmou, na "cimeira" com Rajoy, que deseja criar estabilidade e confiança, admitindo, de forma subjacente, o que, até agora, não conseguiu. Nada do que Passos diz me interessa, nem sequer mediocremente. Ele é um tipo sem palavra, que mantém, com o embuste e a mentira, uma relação entranhadamente doentia. E fá-lo com a amorosa cumplicidade do dr. Cavaco, certamente o pior Presidente da República que tivemos, incluindo o almirante Thomaz.
Vivemos submersos num oceano caótico e imoral. E é bom que o repitamos sem descanso. Assim o faço e farei, enquanto estes diligentes velhacos por aí andarem.
Na mesma ordem de ideias, o conflito que Passos alimenta com o Tribunal Constitucional atingiu as raias do obsceno. Ele e os seus sabem muito bem (ou, então, são burros) o que de inconstitucional apõem nos documentos orçamentais. Fazem-no porque ou jogam com a ideia de que o caso, ou os casos podem passar, ou desejam mesmo o confronto institucional, desgastante e vil. Inclino-me para esta última hipótese. Agora, ante a evidência dos factos, reafirmados por constitucionalistas respeitados, a rapaziada decidiu pedir a "aclaração" dos acórdãos. Nada disto é para ser levado a sério: mas, entretanto, Passos ganha tempo para cometer as piores prevaricações.
A base social de apoio da Coligação está notoriamente esvaziada, como as últimas eleições o provaram. E a própria natureza dos resultados exigia que o dr. Cavaco anunciasse eleições antecipadas. Mas este homem desasado e estranho pertence a outra estirpe, que não possui o timbre do cavalheirismo. Mantém-se calado e ignaro, e quando o faz, só diz disparates e tolices.