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domingo, 7 de junho de 2015

Capas de Jornais (82)
















Ainda em Abril deste ano, o tema da pobreza vinha nas primeiras páginas dos jornais como acima se demonstra. Mas, infelizmente, o rol da miséria em Portugal ainda é maior! Ficam por aqui alguns dados para reflexão: Temos mais de 800 mil desempregados, sendo que muitos sem qualquer subsidio.
 Contudo, este desgoverno actualmente no poder, para tentar convencer os incautos, continua a apostar na implementação e promoção constante de falso trabalho, trabalho precário e por vezes escravo para que os números do desemprego sejam nas estatísticas, menores.
Temos mais de 2 milhões de pobres.
As cantinas escolares têm que funcionar mesmo em tempo de férias para dar a única refeição do dia a muitas das crianças portuguesas. E, em alguns casos a toda a família.
As cantinas sociais (nova designação da “sopa dos pobres”), não conseguem responder a todas as solicitações que lhes chegam diariamente.
Portugal não tem que estar condenado a esta miséria que nos querem impor os partidos do arco da desgovernação, das troikas e os figurões de UE que nos conduziram até aqui. Está nas nossas mãos, nas mãos do povo a concretização de um Portugal com futuro. Não dar mais cheques em branco, é uma obrigação de todos nós nas próximas eleições para finalmente (e ao fim de 39 anos de democracia), voltarmos a ser portugueses com direitos.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Um exemplo a seguir

Por João Vilela, no resistir. info

Há não muito tempo, o insuspeito Público titulava uma notícia com a mais isenta inocente das questões: "os call-centers vão salvar a economia portuguesa?" [1] . A pergunta - que era todo um programa político -, é respondida por dirigentes de empresas do sector com um conjunto de afirmações ora insólitas (como a proposta de uma licenciatura em Operador de Call-Center nas universidades, seguindo o modelo... das Filipinas...), ora despudoradamente reaccionárias. Apelos explícitos a que o Governo não regule as relações de trabalho no sector, elogios ao facto de a mão-de-obra portuguesa ser barata, argumentos de um descaramento extremo do estilo "mais vale isto que nada", de tudo ali se lança mão. Sente-se uma confiança generalizada na docilidade de quem trabalha, uma persuasão de invencibilidade, uma visão de mundo onde é um favor pagar salários, uma bênção estar empregado, e onde a função da política é governar para as grandes empresas que levam avante o nome do "país". Como dizia Lenine, e bem, só a classe dominante consegue transformar os seus interesses em interesse nacional. Como sabemos todos, é por isso que nenhum meio é de excluir para derrotar esta gente.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Zona euro. Banca ignora BCE e mantém cortes no crédito ao sector privado

Por António Ribeiro Ferreira, no jornal «i»

Além de o crédito ter diminuído em Maio, a inflação prevista para Junho mantém-se nos 0,5%, muito longe do tecto de 2% da zona euro 

O ano da grande retoma económica da zona euro está a revelar-se um rotundo fracasso e os riscos de uma enorme recaída estão a aumentar. Em primeiro lugar, o crédito da banca europeia às empresas e às famílias continuou a cair em Maio, com o Banco Central Europeu confiante de que a situação se altere em Junho por efeito das medidas anunciadas no dia 5 do mês passado, não só o corte na taxa de juro directora para 0,15%, como a penalização dos depósitos dos bancos no BCE e a injecção de 400 mil milhões de euros na banca europeia. Mas com os testes de stresse à porta, a banca ignora a economia e faz tudo o que pode para passar nos exames rigorosos do banco liderado por Mario Draghi. E a realidade não engana. A concessão de empréstimos ao sector privado na zona euro contraiu 2% em Maio, em termos homólogos, mais duas décimas que em Abril, anunciou ontem o Banco Central Europeu. Segundo o BCE, esta contracção resultou da redução dos créditos às famílias, apesar da desaceleração da queda dos créditos às empresas nalguns países.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Capas de jornais (70)



Com as vidínhas em modo Copa do Brasil, Selecção Nacional, manjericos, sardinhas, e de fim-de-semana prolongado para alguns, eis que, o JN trás à capa a informação  que o desgoverno deste País ainda não foi embora e a "bucha"  vai continuar dura para a maioria dos portugueses.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Estatística

(imagem da net)
Dizem hoje as notícias que o desemprego baixou para 14,6% em Abril.
Ao contrario dos foguetes que o desgoverno anda a lançar, na utilização deste número o seu abaixamento não tem correspondência à criação de mais emprego.
Seria bom que se falasse, em primeiro lugar, quantas pessoas inscritas saíram das estatísticas por irem para formação; quantas arranjaram contratos que não são emprego; qual é hoje a dimensão, da população activa e, por fim, quantas pessoas emigraram neste espaço de tempo.
Sabemos todos que a realidade social e económica dos portugueses, é infelizmente, bem mais gravosa do que aquela que nos querem impingir, os mesmos do costume.

A fragilização crescente da economia portuguesa, a perda de competitividade, o aumento da divida e a inutilidade dos sacrifícios

Por Eugénio Rosa, no sitio «resistir.info»

Um dos argumentos mais utilizados pela propaganda governamental e pelos comentadores habituais nos media é que o aumento das exportações, cujo ritmo está a diminuir de uma forma acentuada (recorde-se que, segundo o INE, no 1º Trim.2014, relativamente ao trimestre homólogo de 2013, as exportações aumentaram apenas 1,7% enquanto as importações cresceram 6%); repetindo, é que o aumento das exportações deve-se ao aumento da competitividade das empresas portugueses e à alteração do perfil dos produtos exportados. Confrontemos estas afirmações com a realidade revelada pelas próprias estatísticas oficiais.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

As 50 grandes corporações que controlam o mundo

Um artigo do insuspeito El País com interessantes dados sobre o processo como, no quadro da crise sistémica do capitalismo em curso, as megaempresas lutam pelo domínio de sectores estratégicos e aceleram o mercado de fusões e aquisições. Ou seja, de como a crise dá lugar a um processo de ainda maior centralização e concentração do capital, de crescimento do poder global do capitalismo monopolista de Estado.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Amanhã é dia 17. O tal!


(imagem da net)
Precisamente o dia que  foram  anunciando com pompa, circunstância e relógios,  como o da saída Limpa da troika, blá blá!
Mas, irrevogavelmente, a "ocupação" vai manter-se e, tudo fica pior do que estava antes.
A economia fica de rastos; só nos primeiros três meses de 2014 foram destruídos 42 mil postos de trabalho.
Fica uma divida do Estado que é impagável.
Fica implantada no Pais a maior recessão de que há memória desde a Segunda Guerra Mundial.
Fica a emigração forçada como nos tempos de má memória.
Ficam os cortes selvagens nos rendimentos do trabalho, nas pensões e reformas, nos apoios sociais, na saúde, na educação, na ciência, no poder de compra, nos direitos laborais, na segurança no emprego e, nos serviços públicos, como nunca tinha acontecido.
Fica ainda, a limpeza dos bolsos do povo e a retirada de muitos dos direitos que a Constituição consagra.

Dizem-me que amanhã a troika vai embora, por cá fica a destruição económica e a devastação social.
E estas são razões mais que fundamentais para uma participação cem por cento activa nas próximas "Eleições" de dia 25,a fim de contribuirmos para que também a troika interna fique a caminho da porta da rua.



A vergonha social...

...num País onde a miséria e fome existe na grande maioria dos lares portugueses, voltamos a ter hoje, como nos  tempos de má memória: Poucos com muito e muitos com muito pouco ou nada.



Amorim, Soares dos Santos e Belmiro enriqueceram mais de mil milhões de euros. Austeridade não pesou na riqueza das famílias mais abastadas de Portugal.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Sob pressão de bancos, criação de Taxa Tobin na Europa é adiada para 2016

Por  Eduardo Febbro, no sítio «Carta Maior» 

Paris - Um passo atrás sob a pressão do lobby dos bancos. As eleições europeias serão realizadas no dia 25 de maio e muitos eleitores esperavam ver cumprida uma iniciativa que apontava para a criação de um imposto sobre o conjunto das transações financeiras. Mas a eterna história das boas intenções verbais da União Europeia e a realidade deixou uma nova vítima pelo caminho: a taxa Tobin ou o imposto “Robin Hood”. A famosa taxa inventada pelo economista norte-americano James Tobin (1918-2002) nos anos 70 a fim de evitar que a especulação derrubasse o sistema financeiro deveria entrar em vigor no interior da União Europeia. No entanto, os desacordos entre os Estados e os colarinhos brancos dos banqueiros que trabalham entre grande telas de computador atrasaram uma vez mais sua aplicação, ao mesmo tempo em que reduziram seu alcance inicial.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Provocação aos trabalhadores

(imagem da net)

A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal (Fesete) anunciou, esta terça-feira, em comunicado, que a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) "apresentou uma proposta de denúncia do contrato coletivo de trabalho (CCT) que mais não é do que um ajuste de contas com os trabalhadores, com o objetivo de roubar todos os direitos negociados nos últimos 40 anos", assegurando que "o corte da retribuição anual num valor que pode chegar aos 2850 euros para os trabalhadores de turnos".
Ler mais aqui.

terça-feira, 6 de maio de 2014

A "saída" é limpa para quem ?

(imagem da net)

Novo corte de salários na Função Pública

A subida das contribuições para a CGA de 11% para 11,2% vai baixar o rendimento líquido aos cerca de 140 mil funcionários públicos e trabalhadores de empresas públicas que ganham menos de 675 euro/mês.
Ler mais aqui  e aqui

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Se é esta gestão dos dinheiros públicos que quer para o nosso País, continue a votar nos mesmos - dia 25 de Maio temos eleições.

CP abate locomotivas acabadas de modernizar


"Berlim manda, Lisboa obedece. E os interesses alemães levam a que, provavelmente, se comprem coisas que não fazem falta", comentou o líder do Sindicato Nacional Democrático da Ferrovia, Francisco Fortunato, defendendo que a compra à multinacional alemã foi, no mínimo, exagerada no número de locomotivas.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Joseph Stiglitz defende reestruturação "profunda" da dívida portuguesa

Joseph Stiglitz, prémio Nobel da Economia em 2001, defendeu esta quinta-feira, em Macau, uma reestruturação "profunda" da dívida de Portugal e teceu duras críticas às políticas de austeridade impostas pela troika na Europa.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Sumário: Continuação da matéria dada

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, terá contratado os serviços de uma empresa privada, por 25,1 mil euros, para cobrir as necessidades de atendimento telefónico na sua residência oficial. Isto, quando em São Bento dispõe de 10 secretárias e de 21 administrativos, denuncia a edição desta segunda-feira do jornal i

Comentário:
Só podem dizer que o país está no bom caminho aqueles que estão a beneficiar com a actual situação de compadrio, empobrecimento e miséria da generalidade dos portugueses.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Estas famílias vivem de quê e como, senhores (des)governantes?

Mais de 440 mil desempregados sem subsídios em dezembro


De acordo com os últimos dados disponibilizados na página da Segurança Social (www.seg-social.pt), em dezembro existiam 376.922 beneficiários de prestações de desemprego, mais 31 pessoas do que em novembro (últimos dados disponíveis) e o equivalente a 45,8% do último número total de desempregados contabilizados pelo Eurostat.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Mais um dado do governismo que anda por aí a dizer que tudo vai bem.

"A Sociedade Francisco Manuel dos Santos SGPS foi a empresa privada que recebeu mais benefícios fiscais relativos ao ano fiscal de 2012, com 79,9 milhões de euros. A empresa só é ultrapassada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), com 118,2 milhões de benefícios, a única entidade da lista publicada pelo Ministério das Finanças que ultrapassa os cem milhões de euros."

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A loucura deste desgoverno no ataque aos rendimentos continua

"Estado obrigado a devolver fatia 'cortada' ilegalmente aos salários"

"O caso foi denunciado pelos sindicatos do setor da saúde mas abrange mais ramos da Função Pública, conta hoje o Jornal de Negócios. Em causa estão os cortes aplicados ao pagamento de trabalho prestado no final de 2013 mas pago só este ano. Acontece que, esclarece a Direção-Geral da Administração e do Emprego Público, a esse trabalho aplicam-se as regras em vigor à data do mesmo e não as que entraram em vigor em 2014, pelo que os serviços do Estado estão agora obrigados a devolver esse dinheiro."