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quinta-feira, 23 de julho de 2015
terça-feira, 3 de junho de 2014
Estatística
(imagem da net)
Dizem hoje as notícias que o desemprego baixou para 14,6% em Abril.
Ao contrario dos foguetes que o desgoverno anda a lançar, na utilização deste número o seu abaixamento não tem correspondência à criação de mais emprego.
Seria bom que se falasse, em primeiro lugar, quantas pessoas inscritas saíram das estatísticas por irem para formação; quantas arranjaram contratos que não são emprego; qual é hoje a dimensão, da população activa e, por fim, quantas pessoas emigraram neste espaço de tempo.
Sabemos todos que a realidade social e económica dos portugueses, é infelizmente, bem mais gravosa do que aquela que nos querem impingir, os mesmos do costume.
A fragilização crescente da economia portuguesa, a perda de competitividade, o aumento da divida e a inutilidade dos sacrifícios
Por Eugénio Rosa, no sitio «resistir.info»
Um dos argumentos mais utilizados
pela propaganda governamental e pelos comentadores habituais nos media é que o
aumento das exportações, cujo ritmo está a diminuir de uma forma acentuada
(recorde-se que, segundo o INE, no 1º Trim.2014, relativamente ao trimestre
homólogo de 2013, as exportações aumentaram apenas 1,7% enquanto as importações
cresceram 6%); repetindo, é que o aumento das exportações deve-se ao aumento da
competitividade das empresas portugueses e à alteração do perfil dos produtos
exportados. Confrontemos estas afirmações com a realidade revelada pelas
próprias estatísticas oficiais.
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