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quinta-feira, 23 de julho de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
As diferenças no cálculo da pensão na Segurança Social e na CGA
Por Eugénio Rosa, em resistir.info
Uma das medidas defendidas pelo
grupo de economistas do PS, no documento "Uma década para Portugal",
é "a rigorosa consolidação dos dois sistemas de pensões com a aplicação de
regras de formação de direitos idênticos em todos os sistemas existentes"
(pág. 39). Por isso interessa conhecer quais são as diferenças ainda existentes
entre os dois sistemas – Segurança Social e CGA – na forma como é calculada a
pensão. No passado, quando se falou de convergência dos dois sistemas foi
sempre para reduzir as pensões dos trabalhadores da Função Pública e do setor
privado pois esta foi sempre feita por baixo e não por cima (agora o PS anuncia
intenção de fazer mais um corte de 2,6% para compensar a redução da TSU em 8%
como as pensões já não fossem muito baixas).
segunda-feira, 30 de março de 2015
Cofres do Estado cheios, bolsos dos portugueses vazios
Por Eugénio Rosa, no sítio «resistir.info»
Numa reunião da juventude do PSD,
a ministra das Finanças gabou-se de ter os "cofres cheios" de
dinheiro. No entanto, ela "esqueceu-se" de explicar como conseguia
isso. E isso foi conseguido à custa dos enormes aumentos de impostos, nomeadamente
IRS e IVA, que é atualmente uma das causas mais importantes dos enormes cortes
nos rendimentos dos portugueses, e de cortes brutais nas prestações sociais. É
isso que vamos provar de uma forma quantificada neste estudo utilizando apenas
dados oficiais.
Continua aqui.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
O anteprojeto de reforma do IRS do PSD/CDS
– não respeita a Constituição da República
– agrava as desigualdades e a injustiça fiscal
– não reduz a carga fiscal global
Estudo de Eugénio Rosa que pode ler aqui.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
A destruição do SNS pelo governo
Por Eugénio Rosa, em resistir.info
Numa altura em que os médicos
recorreram à greve para defender o SNS e os seus direitos, interessa recordar
(até para que possa ficar claro para todos portugueses a razão da luta dos
médicos), a forma como este governo, através do seu ministro da saúde, tem
procurado destruir, de uma forma silenciosa, o SNS, através de cortes brutais
no seu financiamento e no dos hospitais públicos. Ao mesmo tempo que faz isto
tem-se revelado um " mãos largas " no financiamento dos grupos
económicos privados (Espírito Santo Saúde, José Mello e o grupos brasileiro
AMIL que adquiriu os Hospitais Privados à CGD, quando o governo privatizou a
área de saúde da "Caixa") grupos esses que já controlam uma parte
importante do serviço público de saúde.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
A destruição da Administração Pública, o défice da CGA e o corte abusivo nas pensões de aposentação
Estudo de Eugénio Rosa, no sítio «www.eugeniorosa.com»
No dia 23.6.2014 realizou-se uma reunião do Conselho Consultivo da CGA para análise do
Relatório e Contas de 2013 em que participamos em representação dos sindicatos da Função
Pública da Frente Comum. O relatório da CGA de 2013 analisado nessa reunião mostra com
clareza o ritmo de destruição da Administração Pública e a razão do défice da CGA. Ele
também revela a necessidade dos trabalhadores da Função Pública que se aposentaram ou
aposentem de controlarem o valor da pensão calculada pela CGA para não serem
enganados, nomeadamente aqueles que pediram a aposentação em 2012, pois a CGA está a
aplicar a lei de uma forma que os poderá lesar gravemente, fazendo um corte na sua pensão
muito superior ao que devia fazer. É tudo isto o que vamos procurar tornar claro neste estudo.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
O guião de Paulo Portas para destruir o Estado
Por Eugénio Rosa, em O Diário.info
O governo, através de Paulo Portas, apresentou um extenso documento com 96 páginas a que chamou “Um Estado Melhor” mas que, com propriedade, se deve designar por guião para “A Destruição do Estado visando transformá-lo num Estado mínimo”
terça-feira, 3 de junho de 2014
A fragilização crescente da economia portuguesa, a perda de competitividade, o aumento da divida e a inutilidade dos sacrifícios
Por Eugénio Rosa, no sitio «resistir.info»
Um dos argumentos mais utilizados
pela propaganda governamental e pelos comentadores habituais nos media é que o
aumento das exportações, cujo ritmo está a diminuir de uma forma acentuada
(recorde-se que, segundo o INE, no 1º Trim.2014, relativamente ao trimestre
homólogo de 2013, as exportações aumentaram apenas 1,7% enquanto as importações
cresceram 6%); repetindo, é que o aumento das exportações deve-se ao aumento da
competitividade das empresas portugueses e à alteração do perfil dos produtos
exportados. Confrontemos estas afirmações com a realidade revelada pelas
próprias estatísticas oficiais.
terça-feira, 20 de maio de 2014
Importante para dia 25 na altura do voto!
17 de Maio: A operação de propaganda do governo celebra a destruição do país
Por Eugénio Rosa, no O Diário.info
Por Eugénio Rosa, no O Diário.info
O governo PSD-CDS montou mais uma operação de propaganda celebrando a “saída da troika” e o sucesso da aplicação do “memorando”. A verdade, como de costume, é o contrário. Nem o comando da troika abandona as suas imposições sobre a vida dos portugueses, nem as medidas tomadas fizeram mais do que roubar rendimentos, destruir direitos sociais e laborais, alargar a mancha da pobreza e da desigualdade, afundar ainda mais a economia. Não é possível correr com a troika estrangeira sem correr com a troika naciona.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Crescimento económico anémico não cria mais emprego
Por Eugénio Rosa, no sitio «resistir.info»
O INE acabou de divulgar as Estatísticas do Emprego
referentes ao 1º Trim.2014. E os dados divulgados revelam um facto insólito.
Entre o 4º Trim.2013 e o 1º Trim.2014 foram destruídos em Portugal 42 mil
empregos, pois o emprego total passou de 4.468,9 mil para 4.426,9 mil,
invertendo assim, infelizmente, a tendência verificada no último trimestre de
2013 que a propaganda governamental tinha utilizado intensamente para manipular
a opinião pública, o que mostra que o aumento do emprego em Portugal é precário
com um crescimento anémico. No entanto, apesar da redução do emprego, o
desemprego diminuiu no 1º Trim.2014 em 19,9 mil pois, entre o 4º Trim.2013 e o
1º Trim.2014, passou de 808,9 mil para 788,1 mil.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Uma saída não limpa
Por Eugénio Rosa, no sítio resistir.info
Continuar a ler >>
O governo PSD/CDS, a
"troika" e os seus defensores quer nos órgãos de comunicação social
quer fora deles, têm desenvolvido uma gigantesca operação de manipulação e de
engano da opinião pública procurando fazer crer aos portugueses que a situação
atual do país é muito melhor do que aquela que existia quando, em Março de
2011, tomaram conta do poder, já que foram criadas as condições que permitem a
recuperação da sua economia e o país desenvolver-se. Falam mesmo de uma
"saída limpa" procurando levar a opinião pública a pensar que agora o
país está liberto dos obstáculos que, no passado, impediam o seu crescimento
económico e desenvolvimento (recorde-se, a este propósito, o simbolismo do
relógio de Paulo Portas) . Infelizmente a realidade é muito diferente daquela
que têm pintado, como mostram os dados do próprio Banco de Portugal do quadro 1
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sexta-feira, 11 de abril de 2014
Salario Mínimo Nacional atual é já inferior, em poder de compra, ao de 1974 pois corresponde a 13,70€
O PODER DE COMPRA DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL DE 2014 CORRESPONDE APENAS
A 13,70€ DE 1974, E SERIA NECESSÁRIO FIXÁ-LO EM 584€ PARA TER O MESMO PODER
DE COMPRA QUE O SMN DE 1974 NO ANO EM QUE ESTE FOI CRIADO
Em 1974 foi criado, pela primeira vez em Portugal, um Salario Mínimo Nacional (SMN), tendo
o seu valor sido fixado em 3.300 escudos, o que corresponde a 16,50€ na moeda atual. Se
aos atuais 485 €, que continuam a ser desde 2011 o valor do SMN, deduzirmos o efeito do
aumento de preços, ele ficaria reduzido apenas a 13,70€, ou seja, com o valor atual do
Salario Mínimo Nacional adquiria.se em 1974 o que se compraria com o valor em escudos
correspondente a 13,70€ O gráfico 1 mostra a evolução do SMN em termos nominais no
período 1974-2013, em poder de compra do SMN de 1974, e o valor que o SMN devia ter em
cada ano para manter o poder de compra que tinha o SMN de 1974 no ano em que foi criado.
Estudo realizado por Eugénio Rosa que pode continuar a ler aqui.
terça-feira, 11 de junho de 2013
A CEGUEIRA E A INCAPACIDADE DE VITOR GASPAR E DO GOVERNO PARA COMPREENDER O FUNCIONAMENTO DA ECONOMIA REAL E OS PROBLEMAS DO PAÍS
Por Eugénio Rosa, no seu Site
Numa conferência de imprensa realizada em 23.5.2013, Vítor Gaspar, com aquele ar
convencido que o carateriza, afirmou solenemente: “Chegou o momento do investimento.
Repito, depois do ajustamento chegou o momento do investimento". E a medida que,
segundo ele e Álvaro Santos, também presente, determinaria o milagre seria uma dedução no
IRC, por investimentos até 5 milhões realizados até ao fim deste ano, de 20% do valor
investido até ao máximo de 70%. Esta medida, segundo estes ministros, poderia determinar
que a empresa pagasse, nos anos em que conseguisse aproveitar a dedução máxima
permitida pela lei a ser publicada, mas que ainda não foi, uma taxa de IRC de apenas 7,5%. E
com base em tal incentivo fiscal Vítor Gaspar e o governo esperam que o milagre surja, ou
seja, que o investimento dispare assim como a criação de emprego.
Leitura completa aqui.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Direitos dos trabalhadores atacados a todos os níveis
Por Eugénio Rosa, no Diário as Beiras.pt
O ataque aos direitos dos trabalhadores da Função Pública e às funções sociais do Estado, através de mais um corte brutal da despesa pública e de despedimentos anunciado por Passos Coelho, a concretizar-se, agravaria ainda mais a recessão económica e faria disparar muito mais o desemprego como mostraremos num próximo estudo, tem sido justificado pelo governo com base na mentira visando enganar e manipular a opinião pública e virá-la contra os trabalhadores da Administração Pública.
O governo pretende aumentar o horário de trabalho na Função Pública de 35 horas semanais para 40 horas. E a justificação que apresenta é para igualizar o horário de trabalho com o praticado no setor privado. No entanto, contrariamente ao que afirma, o horário de 35 horas não existe apenas na Função Pública. Como revelam dados divulgados pelo Banco de Portugal já este ano, no fim de 2012, 25,7% dos portugueses empregados trabalhavam menos de 35 horas por semana; 49,6% trabalhavam entre 36 horas e 40 horas, portanto mesmo estes nem todos trabalhavam 40 horas por semana; e 24,7% trabalhavam mais de 40 horas por semana. Portanto, dizer que no setor privado trabalha-se 40 horas por semana, e que só a Função Pública tem um horário de 35 horas semanais é mentir descaradamente. No setor privado, muitos trabalhadores, nomeadamente do setor de serviços, têm um horário inferior a 40 horas.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Os mitos e as mentiras da direita no ataque ao "estado social"
Por Eugénio Rosa, no no sítio «Resistir.info»
(...)Afirmar, como fazem alguns comentadores e mesmo jornalistas, que o Estado foi obrigado a pedir um empréstimo à "troika" porque não tinha dinheiro para pagar salários e pensões é ignorância ou mentir descaradamente com o objetivo de manipular a opinião pública, pois os impostos e contribuições pagas todos os anos pelos portugueses são suficientes para pagar aquelas despesas. A razão porque se pediu o empréstimo à troika foi para pagar credores leoninos, que são grandes bancos, companhias de seguros, e fundos muitos deles especulativos e predadores.
(Estudo de leitura aconselhável aqui)
quarta-feira, 27 de março de 2013
A realidade distorcida
Estudo de Eugénio Rosa, publicado em resistir.info
"Mais uma vez os trabalhadores da Função Pública foram objeto de uma campanha com o objetivo de virar a opinião pública contra eles. Agora o pretexto utilizado foi que auferiam remunerações superiores aos trabalhadores do setor privado. Para isso foi utilizado um estudo encomendado pelo governo a uma multinacional MERCER que distorce a realidade e contém erros graves. "
Leitura completa do estudo aqui.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
O falso dilema de Vitor Gaspar
"O dilema de Vítor Gaspar, repetido por ele e por todo o governo, e papagueado nos media pelos seus defensores, de " Menos saúde, educação, e segurança social, ou mais impostos ", tem a mesmo credibilidade que as previsões do governo e da "troika" que sempre falham, ou seja, não tem fundamento real nem credibilidade técnica. É mais uma mentira ideológica que tem como objectivo a manipulação da opinião pública para o governo e o FMI poderem mais facilmente destruir os sistemas públicos de educação, saúde e segurança sociais fundamentais para os portugueses, pois a sustentabilidade financeira das funções sociais do Estado não depende apenas da sua dimensão como pretendem fazer crer, mas fundamentalmente de outros factores como vamos mostrar."
Estudo de Eugénio Rosa, para ler aqui.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
A mentira
"A mentira está a ser utilizada cada vez mais por este governo para enganar e
manipular a opinião pública. Vem isto a propósito da campanha feita pelo governo
e pelos seus defensores nos media de que, em 2013, as pensões mínimas foram
atualizadas. Vários jornalistas por falta de rigor participaram também nessa
campanha de manipulação da opinião pública pois ”esqueceram-se” de informar que
os aumentos irrisórios abrangiam algumas, mas não todas as pensões mínimas. Uma
análise rigorosa revela que a politica violenta de austeridade desigual do
governo e da "troika" está atingir também os reformados e aposentados com
pensões mais baixas e que o aumento das pensões mínimas tão propagandeado pelo
ministro do CDS, Mota Soares, é um embuste para enganar a opinião pública. O
quadro 1, com os valores das pensões mínimas constantes das Portarias 1458/2009,
320-B/2011 e 432-A/2012, mostra que a maioria das pensões mínimas (pensões entre
254€ e 404€) não tiveram qualquer aumento desde 2010, e que as pensões que
tiveram um aumento entre 4 e 9 cêntimos por dia em 2013 são em numero reduzido
quando comparamos com o total dos pensionistas, e mesmo com os que recebem
pensões mínimas. "
Por Eugénio Rosa
Estudo completo aqui.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Taxa de desemprego em Portugal atinge 23,7%
Por Eugénio Rosa, no sítio «resistir.info»
"Perante o agravamento do desemprego e da recessão económica, que os últimos dados do INE revelaram, Passos Coelho, com ar de quem não compreende nem se preocupa com o que está a acontecer ao país e aos portugueses, não encontrou melhores declarações para fazer aos media de que tudo é normal porque está de acordo com as previsões do governo, como se o agravamento fosse o objetivo do governo e isso não tivesse importância. E apesar do investimento (só FBCF) cair em três anos 41% segundo o Banco de Portugal – e sem investimento não é possível nem criar emprego nem sair da recessão económica – 6.480 milhões € de fundos comunitários do orçamentado até 30/9/2012, ficaram por utilizar. Mas comecemos pelo desemprego mostrando a gravidade atingida segundo os dados que o INE divulgou em 14/11/2012, dia da greve geral".
"Perante o agravamento do desemprego e da recessão económica, que os últimos dados do INE revelaram, Passos Coelho, com ar de quem não compreende nem se preocupa com o que está a acontecer ao país e aos portugueses, não encontrou melhores declarações para fazer aos media de que tudo é normal porque está de acordo com as previsões do governo, como se o agravamento fosse o objetivo do governo e isso não tivesse importância. E apesar do investimento (só FBCF) cair em três anos 41% segundo o Banco de Portugal – e sem investimento não é possível nem criar emprego nem sair da recessão económica – 6.480 milhões € de fundos comunitários do orçamentado até 30/9/2012, ficaram por utilizar. Mas comecemos pelo desemprego mostrando a gravidade atingida segundo os dados que o INE divulgou em 14/11/2012, dia da greve geral".
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Uma mentira muitas vezes repetida, nunca deixa de ser mentira
"A taxa média efectiva aumenta mais para os rendimentos mais elevados. Isto
significa que o IRS é mais progressivo que em 2012", afirmou o governante. Gaspar.
A seguir, apresenta-se um gráfico de um estudo do economista Eugénio Rosa sobre esta matéria que revela não ser bem assim!... O Ministro tem as contas mal feitas ou anda a fazer de nós tolos. O que já não é novidade.
(Para seguir esse estudo aqui.)
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