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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O barro começa a ser lançado...

... à parede dos impostos dos contribuintes. Tarefa essa que, ainda há dias, pessoas com cargos públicos ditas muito responsáveis nos seus dizeres afirmavam tal não permitir.
Temo que se esteja a preparar (no BES), uma repetição do "filme" chamado BPN.

Cá estaremos para avaliar!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O guião de Paulo Portas para destruir o Estado

Por Eugénio Rosa, em O Diário.info
O governo, através de Paulo Portas, apresentou um extenso documento com 96 páginas a que chamou “Um Estado Melhor” mas que, com propriedade, se deve designar por guião para “A Destruição do Estado visando transformá-lo num Estado mínimo”

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Um estrebuchar chantagista

Por Carvalho da Silva, no jornal «JN»
Anda por aí muita malvadez à solta e forte cheiro a chantagem política. O Governo e as forças que o sustentam desencadearam ostensivamente um ataque ao Tribunal Constitucional que visa transformar a Constituição da República em letra morta. A tentativa de humilhação pública do Tribunal e de subversão da Constituição tem um nome: golpe constitucional.
O ataque sustenta-se em quatro pilares: i) uma campanha de intimidação do povo português, apoiada nos fortes condicionalismos impostos à nossa vida pessoal e coletiva; ii) uma intervenção "cuidadosa" do presidente da República que, numa mal disfarçada cumplicidade com a maioria, ora atua na forma de distraído ora na de "moita-carrasco"; iii) utilização de fatores externos de pressão, desde logo a invocação constante das "sensibilidades" dos mercados e as ameaças de diversa ordem, incluindo a de um ainda maior empobrecimento, feitas pela Comissão Europeia; iv) aproveitamento da fragilidade e das contradições em que está mergulhado o Partido Socialista, e também das dificuldades da Esquerda em utilizar, de forma articulada e ofensiva, a sua significativa representação e capacidade de ação.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Isto é que vai aqui uma açorda

O professor catedrático Luís Menezes Leitão considera que o pedido de aclaração que o Governo pediu à presidente da Assembleia da República que solicitasse ao Tribunal Constitucional "não tem qualquer base legal" no novo Código de Processo Civil.


(...) Atualmente - explicou ainda - foi eliminada, no atual Código do Processo Civil, a possibilidade de solicitar a aclaração das decisões, já que o correspondente artigo 616.º do novo Código apenas prevê o pedido de reforma da sentença quanto a custas e multa.
"Hoje não é possível por isso pedir aclarações. Por esse motivo, o Governo vem invocar os preceitos dos artigos 614º, nº 1, e 615º, nº 1, c), do novo Código de Processo Civil. Só que a primeira norma refere-se antes à existência de erros materiais (erros de escrita ou de cálculo ou quaisquer inexatidões devidas a outra omissão ou lapso manifesto), o que não é o caso. Já a segunda norma refere-se ao facto de a sentença ser nula por existir alguma ambiguidade ou obscuridade que torne a decisão ininteligível, o que também não é o caso", conclui.
Pelo exposto, Menezes Leitão sustenta que o "presente pedido de aclaração não tem qualquer base legal, com base no novo Código de Processo Civil de 2013, que o próprio Governo fez aprovar".

terça-feira, 16 de abril de 2013

Governo já nem 'aos seus' agrada


Mas alguém neste país, está de acordo que este desgoverno se mantenha em funções?!!
Que eu saiba só o Aníbal, o de Belém.

(Ler a notícia aqui)


terça-feira, 26 de março de 2013

Amigos e ocasiões...




"O Governo determinou a criação de um posto de trabalho na Presidência do Conselho de Ministros para o 'ex-espião' Silva Carvalho, envolvido no caso das secretas."
(Aqui)
 
-Não é brincadeira, segundo a TSF é mesmo verdade! O mesmo governo que se propõe despedir uma grande quantidade de trabalhadores na Função Pública, cria um posto de trabalho na Presidência do Conselho de Ministros para este senhor.
É uma vergonha.
É urgente (digo eu), mandar esta gente (toda), do governo "dar banho ao cão" num local que seja bem longe daqui.



segunda-feira, 18 de março de 2013

"Demissão" (é a palavra mais ouvida quando se fala de governo)


“Demissão” e “Coelho sai da toca” foram algumas das palavras de ordem entoadas pelos estudantes que esta segunda-feira receberam o primeiro-ministro no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), em Lisboa. O primeiro-ministro deslocou-se àquela instituição para participar na abertura de uma conferência sobre o tema “Sociedade Aberta e Global – das funções do Estado e políticas públicas à administração central”.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Crianças faltam à escola para pedir esmola

"As novas regras do Rendimentos Social de Inserção (RSI) estão a levar crianças a faltar às aulas para pedir nas ruas. «O número de faltas tem disparado, e eu já vi (e outros professores também) que os alunos faltam para andarem pelas ruas a mendigar». O relato está num e-mail enviado por uma docente ao director de uma escola do Norte, que não quis ser identificado."


- Esta notícia é de hoje e de  um país que dizem pertencer à  UE chamado Portugal.


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Remodelação

Segundo notícias na comunicação social, parece que o (des)governo está esta terça-feira  a preparar uma remodelação em vários Ministérios.
O meu vizinho do 5º. Esq. comentou-me há pouco esta notícia da seguinte forma: "tiros de pólvora seca para confundir o Zé". Parece-me que ele tem razão.
Só com a luta organizada do povo, eles (todos) irão encontrar a porta da rua.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Os portugueses aceitam que esteja no poder um Governo que não cumpre a legislação?!

"O governo tem em seu poder o relatório final da comissão de acompanhamento da privatização da EDP há cinco meses, mas o documento ainda não foi divulgado, ao contrário do que prevê a legislação criada pelo actual executivo".  
(Aqui)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Mais uma deste Governo...

....desgovernação, desorientação e falta de sentido social é claramente a marca destas pessoas que actualmente estão sentadas nas cadeiras do Governo.
É urgente indicar-lhes que a porta da rua é a serventia da casa

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Dois dias depois da continuação das más notícias...


...todos contentes, todos  iguais nos modos e propósitos assumidos, em empurrar o País e os portugueses para a lixeira da Europa.

PS: Como se pode verificar na foto, Cristas  mandou tirar as gravatas para poupar nos ares-condicionados.
 Entretanto,  não conseguimos confirmar se os trabalhos no interior dos aposentos decorreram em tronco nu. 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Sem surpresa

O ex-administrador do BPN Norberto Rosa afirmou, esta terça-feira, que estão contabilizados 2,8 mil milhões de euros em prejuízos para o Estado, mas que ainda existem mais três mil milhões de ativos que podem resultar em novas imparidades.

Comentário: A surpresa seria a notícia (com a demonstração dos factos) que afinal estamos todos(?) enganados,  os sucessivos governos dos últimos 36 anos fizeram bons negócios para a economia portuguesa e colocaram o País na rota do progresso e do desenvolvimento como era sua obrigação.

terça-feira, 12 de junho de 2012

"Diga lá senhor primeiro-ministro o que é que andam a cozinhar em relação aos salários dos portugueses!" (2)





«Governo aberto a diminuir mais os custos laborais em alguns segmentos»



Comentário: "Diga lá senhor primeiro-ministro o que é que andam a cozinhar em relação aos salários dos portugueses!" Perguntou o PCP ao primeiro-ministro no último debate parlamentar com o Governo. Na altura, na bancada do executivo (todos, irritadíssimos) responderam não haver nada. Contudo, o novelo... vai-se desenrolando!...

quinta-feira, 7 de junho de 2012

A trama está urdida



Por Octávio Teixeira, no Jornal «negócios»


O ministro sombra António Borges deu o pontapé de saída: "a diminuição dos salários é uma urgência". E, como qualquer urgência, não pode esperar. Tem de ser já e em força.

O ministro da Economia corroborou a ideia e adiantou estar já "a ser equacionada" a sua concretização. Formalmente referiu-se à baixa da Taxa Social Única (TSU) para empresas que contratem jovens trabalhadores com menos de 25 anos e com salário mínimo. Mas esclareceu que a redução da TSU se reduzirá à medida que o salário aumentar. Ou seja, para continuarem a beneficiar dessa redução as empresas não podem aumentar os salários baixos. E como entretanto se facilitou o despedimento individual e baixaram as indemnizações por despedimento, o roteiro do filme é linear: não se trata de criar mais emprego, mas de substituir trabalhadores por outros com salários mais baixos.

O ministro das Finanças apadrinhou. Segundo ele o Governo não terá uma visão de futuro baseada em baixos salários, "mas para chegarmos a esse futuro"… tem de ser.

E a troika coordenou: "são urgentemente necessárias medidas que permitam às empresas maior flexibilidade para ajustarem os custos do trabalho".

Embora negada pelo primeiro-ministro (manter aparências a isso obriga pois os ministros esquecerem que "o silêncio é de ouro"), está urdida a trama para uma maior redução dos salários. A perspectiva do Governo é o modelo de baixos salários, responsável pelo medíocre desempenho económico que temos. Ignorando acintosamente que qualquer análise objectiva prova que a nossa economia não tem um problema de competitividade pelos custos salariais. 

Ideologicamente, para o Governo e a troika tem de ser assim. Só a mobilização dos trabalhadores pode impedir a concretização dessa tecedura.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Hoje na Assembleia da República...



...o Governo foi chamado à razão, mas como sempre faz resolveu não sair da sua casca e continuar com as suas políticas de destruição do País.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Capas de jornais (34)


A confirmar-se... Aqui está uma atitude patriótica que a maioria dos portugueses espera que se repita pelos restantes membros do (des)Governo.