Mostrar mensagens com a etiqueta Impostos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Impostos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Este desgoverno tem que ter os dias contados...

(cartoon do jornal Público)
(clique na imagem para ler melhor)

...no próximo dia 25 temos eleições para o PE. É mais um momento oportuno para todos os descontentes com as políticas troikanianas (sempre contra os trabalhadores),  mostrarem o seu descontentamento, não votando naqueles que colocaram Portugal e a grande maioria dos portugueses nesta situação de fome e  miséria.
Há outros caminhos, há outras politicas!
Temos que arrepiar caminho e ir votar naqueles que nunca nos defraudaram. 
Até lá!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

"moralmente ilegítimo"

"Um relatório de uma instituição holandesa revela que a maior fuga de impostos por parte das empresas portuguesas tem a Holanda como destino".
Noticia aqui.

Comentário:
Os figurões deste desgoverno que se apresentam ( quase diariamente), na comunicação social a debitar conceitos da pratica dos bons costumes, em matéria de obrigações e deveres dos contribuintes, são ao fim ao cabo, eles próprios por inacção, os primeiros a cagar fora do penico como se pode aferir desta notícia. 



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Capas de Jornais (45)

 
Ao fim de 15 meses de desgoverno, o drama continua para os mais desprotegidos.
As mesmas praticas políticas.
Os mesmos objectivos políticos.
Recessão em cima de recessão.
Resultados!... Mais falências; mais desemprego; mais fome e mais miséria.
 
Os homens e mulheres do meu País que se afirmam de esquerda, da democracia e do 25 de Abril, não podem ficar indiferentes a tudo isto.
Existem alternativas, temos todos que lutar por elas.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Crise na coligação


É notícia hoje na imprensa que o “ CDS recusa aumento de impostos definitivos”.
Claro! Com este  governo e suas políticas os impostos estão sempre em mudança ( aqui o CDS é coerente), no sentido do agravamento e também para os mesmos de sempre.
Talvez a rua resolva aquilo que Cavaco entende não resolver.