O Conselho de Redacção do jornal Público acusa, em comunicado, o ministro Miguel Relvas de pressões indevidas sobre uma jornalista do diário.
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
segunda-feira, 11 de abril de 2011
O Manifesto do Capital
(...) O grande capital lançou, através do semanário «Expresso», um Manifesto dramático ao povo português.
Fica claro que a iniciativa foi concebida por poderosos grupos económicos e responde aos seus interesses e estratégia. Entre os signatários figuram somente três grandes empresários e discretamente nenhum banqueiro – que ainda há dias foram os porta-vozes da “exigência” junto ao governo para que este pedisse o “resgate” externo da dívida pública – no que foram de imediato atendidos.
Interessante trabalho publicado hoje no ODiario.info com o título acima referido que pode ler na totalidade aqui.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Os critérios jornalísticos e a vida no bairro
Hoje, quando ao virar na esquina que dá para o quiosque, onde me dirigia para comprar o jornal, reparei que, a Maria Luísa, rapariga criada aqui no bairro, estava à conversa com a vizinha do cão num tom acima do habitual, o que estranhei.
Á medida que me fui aproximando de ambas, apercebi-me que a conversa era à volta das manifestações de ontem em Lisboa e no Porto e a respectiva cobertura que os jornais portugueses lhe tinham dado.
Maria Luísa (ML) estava de facto irritada porque para ela, tinha sido a primeira vez que tinha participado numa tão grande manifestação-palavras suas- e achava escandaloso que os meios de comunicação não lhe tenham dado o devido relevo como ela achava que era justo . Ao seu lado a vizinha do cão, mulher de um ex trabalhador da Lisnave, tentava explicar-lhe que a vida é feita de opções; e as opções dos trabalhadores não são as mesmas das dos patrões sendo que, são estes que estão a mandar nos jornais, televisões e na maioria das rádios!.
Entretanto, chegou a minha vez de ser atendido no quiosque, coloquei a moeda de um euro na mão do Sr. António, ele deu-me o jornal desejando-me ( como sempre o faz ), um bom dia e lá fui para o café em frente na procura de encontrar no meu jornal as reportagens das manifestações que a (ML) não viu referidas nas capas dos jornais e, as quais tinham tido uma participação de 50 mil pessoas em Lisboa e 20 mil no Porto segundo ouvi ontem, numa rádio local.
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Liberdade
Segundo o relatório elaborado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF, Portugal desceu 14 lugares no ranking de 175 países.
No relatório, que foi divulgado por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado a 3 de Maio, não é feita qualquer referência à queda de 14 lugares registada por Portugal, que partilha agora o 30º posto com a Costa Rica e o Mali.
A queda de Portugal não é a única entre os oito Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), pois Cabo Verde caiu, no mesmo período, de 36º para 44º lugar, Timor-Leste de 65º para 72º, Guiné-Bissau de 81º para 92º e Angola de 116º para 119º.
Fonte: Diário Digital/Lusa
Os resultados agora apresentados neste relatório, digamos que não constituem uma grande surpresa, porque quem segue com alguma atenção no dia-a-dia, o comportamento da Imprensa Portuguesa no tratamento e objectividade dos vários temas tratados, facilmente entende que neste cantinho da Europa ( e a pesar do governo e seus ministros insistirem no contrário), a liberdade de imprensa no nosso país ainda é infelizmente uma miragem.
Não sei se o governo irá ou não tomar alguma decisão sobre esta matéria , - para além de como é seu habito, desvalorizar o resultado afirmando que ainda há quem esteja pior que Portugal neste aspecto. É verdade! Portugal está em 30º África do Sul 33º e a Namíbia em 35º e a lista é composta de 175 países. Se assim for, alguém terá que dizer a estes senhores que esta classificação, só nos pode trazer preocupação e força para lutar para que no futuro, Portugal seja vivido e entendido (também nesta matéria), como um país da liberdade e da cultura .
No relatório, que foi divulgado por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado a 3 de Maio, não é feita qualquer referência à queda de 14 lugares registada por Portugal, que partilha agora o 30º posto com a Costa Rica e o Mali.
A queda de Portugal não é a única entre os oito Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), pois Cabo Verde caiu, no mesmo período, de 36º para 44º lugar, Timor-Leste de 65º para 72º, Guiné-Bissau de 81º para 92º e Angola de 116º para 119º.
Fonte: Diário Digital/Lusa
Os resultados agora apresentados neste relatório, digamos que não constituem uma grande surpresa, porque quem segue com alguma atenção no dia-a-dia, o comportamento da Imprensa Portuguesa no tratamento e objectividade dos vários temas tratados, facilmente entende que neste cantinho da Europa ( e a pesar do governo e seus ministros insistirem no contrário), a liberdade de imprensa no nosso país ainda é infelizmente uma miragem.
Não sei se o governo irá ou não tomar alguma decisão sobre esta matéria , - para além de como é seu habito, desvalorizar o resultado afirmando que ainda há quem esteja pior que Portugal neste aspecto. É verdade! Portugal está em 30º África do Sul 33º e a Namíbia em 35º e a lista é composta de 175 países. Se assim for, alguém terá que dizer a estes senhores que esta classificação, só nos pode trazer preocupação e força para lutar para que no futuro, Portugal seja vivido e entendido (também nesta matéria), como um país da liberdade e da cultura .
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