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sábado, 8 de novembro de 2014
Sendo sábado, temos música (224)
As meninas dos meus olhos
Nunca mais tive mão nelas
Fugiram para os teus olhos,
Por favor deixa-me vê-las.
As meninas dos meus olhos
Se vão perder-se não sei
Deixa-me ver se os teus olhos
As tratam e guardam bem.
As meninas dos meus olhos
Para poder encontrá-las
Foram pedir aos teus olhos
Que falem quando te calas.
As meninas dos meus olhos
Já não sei aonde estão
Deixa-me ver nos teus olhos
Se as guardas no coração.
Bom sábado, boas notícias e boa música.
sábado, 18 de outubro de 2014
Sendo sábado, temos música (222)
É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra
Sempre que se ouve o gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
(SOLO)
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
Bom sábado, boas notícias e boa música
domingo, 4 de novembro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de junho de 2011
Sendo sábado, temos música (87)
Hoje,veio-me à memória (será por estar tanto calor?...), este poema de Jorge Fernando cantado na bela voz de Mariza.
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
Bom sábado, boas notícias e boa música.
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