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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Gostei de ler...

...Diogo Serra, no Facebook

Faz hoje 35 anos que o IV governo provisório (26 de Março de 1975 – 8 de Agosto de 1975), chefiado por Vasco Gonçalves, criou em Portugal o subsídio de desemprego (o mesmo Vasco Gonçalves que, à frente de outros governos provisórios, criou também o salário minímo, o subsídio de férias e o subsídio de natal). Para a vida de muitos milhares de portugueses em situações sociais desesperantes, é ainda, face ao persistente desemprego, o único e magro provento com que contam, resultado dos seus descontos e não, como os propagandistas neoliberais querem fazer crer, benesses do estado ou destemperamento orçamental. A medida da sua força, nos dias que correm, pode ser avaliada, simultaneamente, em dois tabuleiros: é encarado naturalmente, como o ar que se respira, como se não tivesse história, por grande parte da população; e é alvo dos maiores ataques (no limite: para o liquidar) por parte dos partidos da burguesia.
A sua implementação foi possível porque havia, obviamente, um governo provisório, na sua geometria variável, vinculado à luta dos trabalhadores, ao seu objectivo socialista, e com força política bastante para avançar com ousadia e firmeza. Mas foi fundamentalmente porque o movimento de massas se desenvolvia e arrancava conquistas democráticas aos exploradores, nomeadamente com as nacionalizações dos sectores-chave da economia, que o governo provisório pôde actuar desse modo. Uma lição para o futuro.

Tenham um bom dia!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Nas últimas 24, alguém viu Poiares Maduro !?

De trapalhada em trapalhada o desgoverno vai vegetando e Belém a "ver os barcos  passar".


(...)A polémica com o pagamento, ou não, de retroactivos do subsídio de férias começou com a garantia, na quarta-feira à tarde, do ministro Miguel Poiares Maduro de que não haveria lugar a ajustamentos nos subsídios já pagos e a assunção de tratamento diferenciado entre funcionários do Estado. De caminho, o governante aproveitou para responsabilizar o TC por eventuais discriminações entre os funcionários, o que levou os juízes do Palácio Ratton a fazer um comunicado inédito, ao fim da tarde, recusando a possibilidade de retirar outras ilações do seu acórdão para além de que tinha "indeferido" o pedido de aclaração do Governo.
Nesta quinta-feira, no briefing do Conselho de Ministros, Marques Guedes anunciou o contrário: afinal, vão ser pagos os retroactivos dos subsídios já pagos. “Haverá lugar a reposição e ajustamentos” para que todos os funcionários da administração pública tenham o subsídio calculado e pago consoante o novo valor do salário de Junho, garantiu o ministro. O acerto será feito “logo que possível”, prometeu. Há serviços que já o fizeram, como foi o caso do Parlamento e da Presidência do Conselho de Ministros.
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

IRS chega a cortar mais de 60% do subsídio de férias

"O subsídio de férias que será pago em Novembro aos funcionários públicos e aos pensionistas chega a levar cortes superiores a 60% face aos acertos relativos às taxas de retenção na fonte de IRS, segundo as simulações da PricewaterhouseCoopers."
 
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Comentário:
Há muitas maneiras de "matar pulgas". Ou seja, de continuar a roubalheira.