sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza



Um em cada quatro portugueses está em risco de pobreza e quem recebe o salário mínimo ganha menos 12 euros do que em 1974 (descontando a inflação).

E assim se "faz" Portugal!








Secretário de Estado muda regras de concurso e beneficia empresa de Rui Rio



Nota:a imagem acima foi tirada da net

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Sentem-se, estamos em Portugal!

(imagem tirada da net)

"Há pessoas a comprar prémios para diretores-gerais"

Capas de jornais (77)


- Quando "associado é diferente de sócio"; "despesas de representação é diferente de salário" e "eu disse mantém-se, não disse manter-se-hão"; está, em parte justificada a falta de consequências políticas na sociedade portuguesa, no que diz respeito a comissões de inquérito na Assembleia da República.


sábado, 11 de outubro de 2014

Sendo sábado, temos música (221)



Nem um poema, nem um verso, nem um canto,
Tudo raso de ausência, tudo liso de espanto
Amiga, noiva, mãe, irmã, amante,
Meu amigo está longe
E a distância é tão grande.
Nem um som, nem um grito, nem um ai
Tudo calado, todos sem mãe nem pai
Amiga noiva mãe irmã amante,
Meu amigo esta longe
E a tristeza é tão grande.
Ai esta magoa, ai este pranto, ai esta dor
Dor do amor sózinho, o amor maior
Amiga noiva mãe irmã amante,
Meu amigo esta longe
E a saudade é tão grande.
Bom sábado, boas notícias e boa música.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Ensino em estado de Citius

Por Anabela Fino, no jornal «Avante!»
Um mês depois do início do ano lectivo a situação nas escolas continua caótica e o desempenho do Ministério da Educação, a começar pelo do titular da pasta, Nuno Crato – que tanto persiste em avaliar os professores –, é o que se pode chamar de autêntico desastre. De erro em erro, de desculpa em desculpa, de promessa em promessa, Crato e sus muchachos vão metendo os pés pelas mãos, dando o dito por não dito, passando responsabilidades para quem estiver mais a jeito, criando novos problemas e sacudindo a água do capote.
Depois de ter remetido para os directores das escolas o ónus da anulação das colocações, Crato, com a pesporrência que o caracteriza, afirmou esta semana que o processo de recolocação de professores «está a meio», garantiu que por estes dias vão chegar às escolas mais 800 professores e disse «esperar» que quando o processo estiver concluído «tenham colocação» os docentes colocados e depois descolocados devido aos erros do Ministério. Sobre a promessa feita na Assembleia da República de que os professores não seriam «prejudicados», até porque isso lesava o interesse «mais importante» dos alunos, nem uma palavra. Sobre as vidas retalhadas de quem saiu do seu nicho de conforto, para usar os termos caros ao Governo, saiu de casa, alugou quarto, arrastou filhos para novas terras e escolas e agora se vê atirado para o desemprego e com despesas acrescidas, nem um pio. «Falaremos sobre isso no fim», diz Crato, com o mesmo despudor com que anunciou em Setembro que o ano lectivo se iniciava com normalidade, e com a mesma falta de vergonha com que um seu secretário de Estado remete para «os tribunais» eventuais pedidos de indemnização de quem se sentir lesado, por ventura apostando no estado de Citius reinante nos tribunais.
Enquanto isso, o interesse «mais importante» dos alunos pauta-se por centenas de professores e auxiliares de educação em falta, milhares de crianças e jovens sem aulas, escolas sem cantina, aulas em contentores e outras coisas que tais.

Perante o descalabro, Passos Coelho garante que Crato continuará no Governo e o Presidente da República não encontra motivo para o mais pequeno e leve reparo. Peculiaridades da «normalidade» à portuguesa.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Capas de jornais (76)


Portugal dos pequeninos e os seus figurões.
  
Portugal em tamanho real, com as dividas e os juros  para  reformados, pensionistas e desempregados pagarem com língua de palmo de dinheiro que não receberam.