sábado, 30 de junho de 2012

Sendo sábado, temos música (130)





Lagrimas Negras
Buena Vista Social Club



Aunque tu, me has echado en el abandono
aunque tu, has muerto todas mis ilusiones
y en vez, de maldecirte con gusto en coro
en mis sueños te colmo,en mis sueños te colmo
de bendiciones


Sufro la inmensa pena de tu extravío
siento el dolor profundo de tu partida
y lloro sin que sepas que el llanto mio
tiene lagrimas negras, tiene lagrimas negras
como mi vida

tu me quieres dejar, yo no quiero sufrir
contigo me voy mi santa aunque me cueste morir

Un jardinero de amor, siembra una flor y se va
otro viene la cultiva, de cual de los dos sera

amada prenda querida, no puedo vivir sin verte
porque mi fin es quererte y amarte toda la vida

yo te lo digo mi amor, te lo repito otra vez
contigo me voy mi santa porque contigo moriré

yo te lo digo mi amor, que contigo morire
contigo me voy mi santa te lo repito otra vez

Bom sábado, boas notícias e boa música.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Indignação

Hoje, na Covilhã (podia ter sido noutro sítio qualquer do nosso País), a indignação dos trabalhadores pela forma brutal como estão a ser tratados pelo Governo, saiu à rua para protestar contra estas políticas que estão a empurrar centenas de trabalhadores diariamente  para  o desemprego e para a miséria.


Roma e Madrid forçam Merkel a ceder


A pressão de Itália e Espanha funcionou e a zona euro aceitou esta madrugada flexibilizar substancialmente o funcionamento dos seus mecanismos de resgate, de uma forma que pode ser decisiva para acalmar as tensões nos mercados da dívida.

Comentário: O título acima está incompleto. Faça-se justiça  e complete-se da seguinte maneira: Roma e Madrid forçam Merkel com Passos Coelho e o seu Governo a ceder.

O inexplicado caso do dinheiro volátil

Por Correia da Fonseca, no sítio «ODiario.info»

O Norberto muito se espanta, e bem mais que isso, muito se indigna, quando agora aparecem na televisão uns senhores bem-falantes e muito sábios a avisá-lo de que pode muito bem acontecer que um dia destes a sua pensão de reforma, alcançada ao cabo de 50 anos de duros trabalhos, não possa ser-lhe paga. Por não haver dinheiro, sobretudo se os senhores Mercados se zangarem. Mas que fez o Estado ao dinheiro que Norberto tão duramente descontou?
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