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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Sobe a pressão na panela do desgoverno


O ministro das Finanças foi duramente criticado ontem à noite numa reunião com militantes do PSD em Lisboa.
O PS foi "desastroso" mas "a situação é completamente ridícula", disse-lhe um militante, que se identificou como Miguel Couto. "A nossa dívida já vai em 125% do PIB e há um milhão e meio de pessoas sem trabalho", disse, considerando que Portugal está num "abismo".
(Aqui)

Comentário:
Os problemas colocados aos portugueses e ao país por esta gente (PSD/CDS/PS), incompetente e sem pingo de justiça social, só serão resolvidos  no futuro, com um Governo e uma política de esquerda.  
Depois de tantos anos de politicas de direita a desgovernar o país, sendo sempre cada ano pior que o anterior, torna-se necessário e urgente arrepiar caminho; dizer basta e lutar por uma política patriótica e de esquerda. Vamos a isso! 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Vítor Gaspar "engana" deputados com simulações mais favoráveis


Notícia de ontem da RTP/notícias

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, construiu e mostrou aos deputados um mapa com simulações de IRS para 2013 com erros e feito de forma a mostrar que os ricos irão pagar mais do que os pobres. No entanto, segundo escreve hoje o Público, a verdade é bem diferente e refeito o quadro com a verdade dos números prova-se que os escalões mais baixos correspondentes às pessoas com menores rendimentos serão precisamente os que mais vão pagar acentuando de forma evidente uma maior diferença entre pobres e ricos.

(Ler aqui)

sexta-feira, 29 de julho de 2011

"Redução drástica"

... O Executivo vai reduzir drasticamente o número de entidades públicas e proceder a “alterações profundas” nas funções do Estado. « Jornal Público»
Talvez seja hoje que o ministro Vítor Gaspar, apresente no Parlamento o tal plano de corte na despesa que, apesar de tantas vezes falado ainda ninguém o viu, e, já muitos pensam que também aqui se fique pela velha expressão da "montanha pariu um rato". Porque escolher entre cortar nos excessos despesistas do Estado ou  nos direitos dos trabalhadores, o Governo está  sempre disponível para optar pela segunda  hipótese.

Estamos a ficar um pouco cansados destas afirmações ( desvio colossal, trabalho colossal, redução drástica , alterações profundas, etc. etc.), que tanto o primeiro-ministro como o seu adjunto, ministro das Finanças, produzem sem a respectiva justificação e conrespondente pormenorização, para que se fique a entender do que afinal se está a falar e quais o objectivos políticos que estão em causa para sustentarem tais afirmações.
Veremos se é desta vez, que  o Governo levará disponibilidade ao debate, para exclarecer estas e outras matérias e, não continuar a atirar "foguetes para o ar" como tem feito até aqui, no que diz respeito ao corte na despesa  e suas implicações na vida diária de todos os portugueses.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Há outros caminhos para percorrer


...Se o Governo incluísse os dividendos, obteria uma receita de 256 milhões de euros, mais do que os pensionistas e os trabalhadores independentes terão de pagar. «DN»

As teorias políticas adoptadas pelo actual  Governo em matéria de Finanças, conduzem a isto: Tirar aos pobres que já são pobres para oferecer aos ricos (em bandeja dourada) que já são ricos.

Depois, na tentativa de justificarem o que não tem justificação, vêm com aquelas provocações da « austeridade é para todos ». Claro que não é para todos! os sacrificados com as medidas do Governo,continuam a ser os mesmo do costume: Os pobres e as classes médias da nossa sociedade.