segunda-feira, 31 de março de 2014

O “PREÇO DA INDEPENDÊNCIA”

Por José Goulão, no Facebook


Por ser “o gajo” dos americanos, como explicou a subscretária de Estado da Administração Obama ao seu embaixador em Kiev, o sr. Arseni Iatseniuk foi entronizado primeiro ministro da Ucrânia depois do golpe de Estado que substituiu um governo ineficaz e corrupto, mas eleito, por um governo controlado por neonazis, sustentado por agentes ineficazes e corruptos, e não eleito.
Na qualidade de intérprete privilegiado da estratégia montada pelos Estados Unidos e a NATO para estenderem o seu domínio sobre o Leste da Europa até às fronteiras da Federação Russa, o Sr. Iatseniuk tem merecido gestos carinhosos e afáveis dos senhores de Bruxelas que, sob a batuta da Srª Merkel, não era nele que pensavam para gerir a nova Ucrânia mas sim no boxeur Klitschko, que tem um partido apadrinhado pela direita euro-merkeliana apropriadamente designado UDAR – o golpe. Os dirigentes da União Europeia acederam, contudo, às normas de Washington que o Sr. Obama teve a delicadeza de levar a Bruxelas dizendo deixemo-nos de questiúnculas sobre os nossos pró-cônsules em Kiev, qualquer um deles fará o que desejarmos – em nome da democracia, com certeza.

domingo, 30 de março de 2014

Hoje pode ser dia de cinema (99)

Realização: Paolo Sorrentino 



Sinopse
Em Roma, durante o verão, o escritor Jap Gambardella reflete sobre sua vida. Ele tem 65 anos de idade, e desde o grande sucesso do romance "O Aparelho Humano", escrito décadas atrás, ele não concluiu nenhum outro livro. Desde então, a vida de Jep se passa entre as festas da alta sociedade, os luxos e privilégios de sua fama. Quando se lembra de um amor inocente da sua juventude, Jep cria forças para mudar sua vida, e talvez voltar a escrever. Sapocinema.

Bom domingo e bons filmes

sábado, 29 de março de 2014

Sendo sábado, temos música (200)




Apareciste una noche fría
Con olor a tabaco sucio y a ginebra
El miedo ya me recorría
Miestras cruzaba los deditos tras la puerta
Tu carita de niño guapo
Se la ha ido comiendo el tiempo
Por tus venas
Y tu inseguridad machita
Se refleja cada día en mis lagrimitas.
Una vez más no por favor
Que estoy cansa' y no puedo con el corazón
Una vez más no mi amor por favor
No grites que los niños duermen.
Una vez más no por favor
Que estoy cansa' y no puedo con el corazón
Una vez más no mi amor por favor
No grites que los niños duermen.
Voy a volverme como el fuego
Voy a quemar tu puño de acero
Y del morado de mis mejillas
Saldrá el valor pa cobrarme las heridas.
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
El día es gris cuando tu estás
Y el sol vuelve a salir cuando te vas
Y la penita de mi corazón
Yo me la tengo que tragar con el fogón
Mi carita de niña linda
Se ha ido envejeciendo en el silencio
Cada vez que me dices puta
Se hace tu cerebro más pequeño
Una vez más no por favor
Que estoy cansa' y no puedo con el corazón
Una vez más no mi amor por favor
No grites que los niños duermen.
Una vez más no por favor
Que estoy cansa' y no puedo con el corazón
Una vez más no mi amor por favor
No grites que los niños duermen.
Voy a volverme como el fuego
Voy a quemar tu puño de acero
Y del morado de mis mejillas
Saldrá el valor pa cobrarme las heridas.
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Voy a volverme como el fuego
Voy a quemar tu puño de acero
Y del morado de mis mejillas
Saldrá el valor pa cobrarme las heridas.
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Malo, malo, malo eres
Malo eres porque quiere
Malo, malo, malo eres
No me chilles que me duele
Eres débil y eres malo
Y no te pienses mejor que yo ni que nadie
Y ahora yo me fumo un cigarrito
Y te echo el humo en el corazoncito
Porque malo, malo, malo eres tu
Malo, malo, malo eres si
Malo, malo, malo eres siempre
Malo, malo, malo eres.
Bom sábado, boas notícias e boa música.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Joseph Stiglitz defende reestruturação "profunda" da dívida portuguesa

Joseph Stiglitz, prémio Nobel da Economia em 2001, defendeu esta quinta-feira, em Macau, uma reestruturação "profunda" da dívida de Portugal e teceu duras críticas às políticas de austeridade impostas pela troika na Europa.

quinta-feira, 27 de março de 2014

O imponderável

Por Henrique Custódio, no jornal «Avante!»

Hoje, se atravessamos as pontes de Lisboa deparamos com esquálidas horas de ponta, na cidade vêem-se casas de comércio entaipadas ao correr das ruas, nas avenidas espalham-se os mendigos catando a miséria, há cafés e restaurantes às moscas ou tremeluzindo na agitação passageira de magras clientelas, os antocarros, o metropolitano, os eléctricos, os barcos ou os comboios circulam abocanhados de largas fatias nas multidões que os frequentavam há três anos. O mesmo se passa no Porto e, nas zonas do interior, de Norte a Sul, chegam cada vez mais desgarradas gentes tinindo miséria e lançando a desconfiança, quando não o pânico, nos também esmifrados cidadãos da província, enquanto os escombros de sucessivas falências proliferam pelas serventias empresariais do País.
No fascismo, dizia-se que «trabalhar no Estado dá pouco mas é seguro», pelo que todos procuravam lugares nos «correios» ou na «electricidade», nos «telefones» ou nas «águas», nas «câmaras» ou nas múltiplas «repartições» que proliferavam Estado e País fora. «Cá fora», no privado, o emprego só era relativamente firme nos bancos, seguros, tabaqueiras ou nas fábricas e fabriquetas que proliferavam pelo território, fosse nos altos-fornos do Seixal, nos estaleiros da Lisnave ou nas fabricações de cerâmica junto a veios de barro, a par de oficinas de automóveis ou bicicletas, de «empregados de balcão e contabilidade» em lojas, «magazines» e armazéns de alguma dimensão.
Era esta a «apagada e vil tristeza» do salazarismo.
Pois em apenas três anos – usando ditatorialmente os poderes democráticos que os elegeram e com o patrocínio do Presidente Cavaco – a coligação Passos/Portas conseguiu ignominiar a relação de confiança «cidadão-Estado», que nem o fascismo desrespeitou, lançando o funcionalismo público na instabilidade profissional e de carreira, na insegurança no emprego e na violação do contrato social entre cidadão e Estado que existe em todos os países civilizados, consumada na quebra abrupta de salários dos trabalhadores no activo, na desregulamentação das carreiras e nos cortes e taxas sobre as pensões, para as quais os funcionários descontaram uma vida inteira de trabalho. O «privado» apanhou a boleia e porfia por consolidar o trabalho precário e o ordenado mínimo.
Este Governo violou as leis constitucionais do regime democrático e até as que vigoravam no fascismo, procura desregulamentar o CT ao extremo de «igualar» as indemnizações aos despedimentos com e sem justa causa e já afirma abertamente enormidades como «o emprego para a vida acabou», «o natural é mudar-se de emprego e até de profissões», «temos de empobrecer» e etc.
Passos Coelho parece ter por modelo a organização social das roças coloniais e, para já, conseguiu transformar o País num lugar imponderável.

A única realidade não imponderável é a queda e a expulsão do seu desgoverno.

quarta-feira, 26 de março de 2014

A desilusão, a frustração e o desencanto no futuro deste país

Metade dos alunos do 3.º ciclo já pensam em emigrar

Têm entre 12 e 15 anos, estão a estudar no 3.o ciclo do ensino básico em escolas de todo o país e já acreditam que o futuro passa pela emigração. Quase metade (46%) dos cerca de 2 mil alunos que participaram num inquérito da associação Empresários pela Inclusão Social (EPIS) estão convencidos de que terão de emigrar para arranjar trabalho.
Continuar a ler aqui.


segunda-feira, 24 de março de 2014

domingo, 23 de março de 2014

Hoje pode ser dia de cinema (98)

Realização:Brian Percival



Sinopse
O novo romance de Markus Zusak decorre durante a Segunda Guerra Mundial na Alemanha e conta-nos a história de Liesel Meminger, uma rapariga adoptada que vive nos arredores de Munique. Liesel cria um sentido para a sua vida roubando algo a que não consegue resistir - livros. Com a ajuda do seu pai adoptivo que toca acordeão, Liesel aprende a ler e, durante os bombardeamentos, compartilha os livros roubados com os seus vizinhos e com o judeu escondido na sua cave, antes de este ser deslocado para Dachau. 
Sapocinema

Bom domingo e bons filmes

sábado, 22 de março de 2014

Sendo sábado, temos música (199)



Porque

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

               Poema de Sophia de Mello Breyner Andresen

Bom sábado, boas notícias e boa música.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dia Mundial da Poesia

Porque nem só de matemáticas, folhas de Excel e "mercados"  nos alimentamos...  o Ponta Esquerda escolheu este poema de José Fanha para deixar aqui, no Dia Mundial da Poesia.


EU SOU PORTUGUÊS AQUI

Eu sou português
aqui
em terra e fome talhado
feito de barro e carvão
rasgado pelo vento norte
amante certo da morte
no silêncio da agressão.

Eu sou português
aqui
mas nascido deste lado
do lado de cá da vida
do lado do sofrimento
da miséria repetida
do pé descalço
do vento.

Nasci
deste lado da cidade
nesta margem
no meio da tempestade
durante o reino do medo.
Sempre a apostar na viagem
quando os frutos amargavam
e o luar sabia a azedo.

Eu sou português
aqui
no teatro mentiroso
mas afinal verdadeiro
na finta fácil
no gozo
no sorriso doloroso
no gingar dum marinheiro.

Nasci
deste lado da ternura
do coração esfarrapado
eu sou filho da aventura
da anedota
do acaso
campeão do improviso,
trago as mão sujas do sangue
que empapa a terra que piso.

Eu sou português
aqui
na brilhantina em que embrulho,
do alto da minha esquina
a conversa e a borrasca
eu sou filho do sarilho
do gesto desmesurado
nos cordéis do desenrasca.

Nasci
aqui
no mês de Abril
quando esqueci toda a saudade
e comecei a inventar
em cada gesto
a liberdade.

Nasci
aqui
ao pé do mar
duma garganta magoada no cantar.
Eu sou a festa
inacabada
quase ausente
eu sou a briga
a luta antiga
renovada
ainda urgente.

Eu sou português
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito.


In “Eu sou português aqui”
Obras de José Fanha nº 1
Editora Ulmeiro


quinta-feira, 20 de março de 2014

Inaceitável

Por Anabela Fino, no jornal «Avante!»

Passos e Seguro protagonizaram esta semana mais um capítulo da saga da alternância que há quase quatro décadas é servida aos portugueses como se de alternativa se tratasse. Cumprindo o ritual do faz-de-conta que só por dever de urbanidade se sentam à mesa das relações institucionais, Passos convidou Seguro e Seguro aceitou o convite de Passos para acertarem agulhas para o pós-troika, passo essencial ao que nos dizem para o «indispensável» consenso que o primeiro ministro tinha de apresentar na Alemanha onde foi a despacho com Merkel.
O resultado da diligência foi o que seria de esperar em vésperas de eleições. Seguro – não se sabe se inspirado na «violenta abstenção» inaugurada há algum tempo pelo PS, se na decisão «irrevogável» que catapultou Portas para vice-primeiro ministro – saiu de S. Bento armado de uma «divergência insanável» com Passos Coelho.
O que se seguiu merece figurar nos manuais da arte de bem indrominar a opinião pública. O dirigente do PS, mostrando que afinal sabe da poda, fez acompanhar a sua dita insanável divergência com o PSD pela prova de vida da convergência que efectivamente existe entre os dois partidos, como se de coisa de somenos se tratasse: lembrou que o PS votou favoravelmente o tratado orçamental e a introdução de uma regra de disciplina orçamental na lei de enquadramento orçamental, reiterou a fidelidade a esses instrumentos que em seu entender ninguém questiona e concluiu o óbvio, isto é, que não há motivo para os mercados se preocuparem.
Não fosse a mensagem ser mal interpretada internamente – que é como quem diz perceber-se como a divergência insanável, traduzida por miúdos, é uma incontornável convergência –, veio a terreiro Paulo Rangel munido de mais uns adjectivos para ajudar à cortina de fumo. A posição do PS é «radical» e «extremista», disse, e dá um «sinal erradíssimo quer aos nossos parceiros europeus, quer aos nossos credores, quer aos mercados». Estava dado o mote para mais uma mão cheia de comentários sobre divergências.
Alheios a estas guerras de alecrim e manjerona os mercados, como seria de esperar, não tugiram nem mugiram e na Alemanha a senhora Merkel cingiu-se ao essencial e constatou que tudo vai bem no reino da alternanciocracia portuguesa, ou seja, adjectivação à parte, PS e PSD convergem no essencial: os ditames da União Europeia são para cumprir custe o que custar.
Enquanto se aguarda pelas cenas dos próximos capítulos Seguro faz o que pode para escapar à pergunta óbvia que os portugueses gostariam de ver respondida: como se propõe o PS cumprir o tratado orçamental e um défice estrutural de 0,5 % do PIB (diferença entre as receitas e as despesas públicas) sem que isso signifique condenar ad aeternum o povo e o País à miséria, à regressão social, ao aprofundar das discriminações e das injustiças? Pelo que temos visto, é de esperar uma insanável capitulação radicalmente inaceitável.

quarta-feira, 19 de março de 2014

DIA DO PAI



DIA DO PAI

19 de Março é dia do Pai , e por isso, à semelhança de outras datas, que nos remetem para outras celebrações, festejamos este dia canalizando para o Pai todas as nossas atenções e emoções, como grande referência que é na vida de todos nós.
O Pai, tantas vezes companheiro, outras tantas tolerante, quase sempre educador, muitas vezes o suporte nas horas menos boas e, quando raramente é sinónimo de “chato”, “cota” e “desfasado”, mesmo assim ele está presente e não deixará de ser Pai.

Àquele que foi o meu pai, ao meu marido e ao meu filho que têm o privilégio de ser pais bem como a todos os pais deste nosso recanto à beira mar plantado, deixo aqui a minha singela homenagem com votos de um dia muito feliz e o máximo de sucesso na difícil mas maravilhosa missão de ser PAI.

sábado, 15 de março de 2014

Sendo sábado, temos música (198)




Acordai
Acordai
Homens que dormis
A embalar a dor
Dos silêncios vis
Vinde no clamor
Das almas viris
Arrancar a flor
Que dorme na raíz
Acordai
Acordai
Raios e tufões
Que dormis no ar
E nas multidões
Vinde incendiar
De astros e canções
As pedras do mar
O mundo e os corações
Acordai
Acendei
De almas e de sóis
Este mar sem cais
Nem luz de faróis
E acordai depois
Das lutas finais
Os nossos heróis
Que dormem nos covais
Acordai!
Bom sábado, boas notícias e boa música

sábado, 8 de março de 2014

Sendo sábado, temos música (197)



Diz-me agora o teu nome
Se já te dissemos que sim
Pelo olhar que demora
Porque me olhas assim
Porque me rondas assim
Toda a luz da avenida
Se desdobra em paixão
Magias de druída
P'lo teu toque de mão
Soam ventos amenos
P'los mares morenos
Do meu coração
Espelhando as vitrinas
Da cidade sem fim
Tu surgiste divina
Porque me abeiras assim
Porque me tocas assim
E trocámos pendentes
Velhas palavras tontas
Com sotaques diferentes
Nossa prosa está pronta
Dobrando esquinas e gretas
P'lo caminho das letras
Que tudo o resto não conta
E lá fomos audazes
Por passeios tardios
Vadiando o asfalto
Cruzando outras pontes
De mares que são rios
E num bar fora de horas
Se eu chorar perdoa
Ó meu bem é que eu canto
Por dentro sonhando
Que estou em Lisboa
Diz-me tu então que sou teu
Que tu és tudo p'ra mim
Que me pões no apogeu
Porque me abraças assim
Porque me beijas assim
Por esta noite adiante
Se tu me pedes enfim
Num céu de anúncios brilhantes
Vamos casar em Berlim
À luz vã dos faróis
São de seda os lençóis
Porque me amas assim
Para todas as Mulheres visitantes deste blog um beijo e abraço solidário neste Dia Internacional da Mulher.
Um bom sábado e boa música.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Capas de jornais (66)


 "A maior manifestação de sempre destes profissionais"


Não choveram pedras da calçada, nem arderam caixotes do lixo. Os manifestantes chegaram ao meio da escadaria, mas não houve carga policial. No final, os organizadores clamaram vitória pelos quase 20 mil polícias que protestaram em São Bento.

Continuar a ler aqui.

quinta-feira, 6 de março de 2014

O "estamos melhor mas pior", na versão desgovernamental

Passos Coelho, primeiro-ministro, garantiu que é falsa a ideia de que o governo "esteja sempre a carregar nos mesmos", algo que é possível confirmar: o executivo tem variado as suas políticas entre cortes nos salários, cortes aos desempregados e cortes aos reformados. Já os cortes nas rendas excessivas pagas a empresas, conforme criticou o FMI, ou os cortes nos juros pagos, nada feito.
Para continuar a ler aqui.